O secretário da Educação e Cultura considerou ontem ser um pouco cedo para tirar conclusões quanto à forma como os professores vão subir ao 6º escalão. Isto tendo em conta que há uma grande movimentação, inclusive de ordem política, no sentido de o Estatuto da Carreira Docente Nacional vir a sofrer alterações, podendo vir mesmo a ser revogada, a julgar por aquilo que foram promessas eleitorais dos partidos.
«Vamos ver o que acontece e em função disso, vamos continuar a lutar pela mobilidade nacional e e encontrar os caminhos para que um professor que esteja na Região não seja impedido de candidatar-se a uma escola do Continente e no concurso nacional com uma classificação que obteve na Região», afirmou Francisco Fernandes.
O secretário falava à margem da Feira da Saúde, evento que decorre até hoje na Direcção de Qualificação Profissional e que tem como grande objectivo a divulgação de informação sobre alternativas possíveis aos vícios.
«O Estatuto da Carreira Docente Regional está aprovado desde 2008 e foi construído para ultrapassarmos algumas questões nacionais que tinham causado muita polémica», disse. Uma dessas polémicas estava relacionada com a existência nacional de dois tipos de professores: o professor e o professor titular e em que o acesso à qualificação de professor titular estava condicionado não só pela classificação de serviço e uma série de outros factores mas também por uma quota que fazia com que professores, ainda que sendo portadores dos requisitos necessários, não evoluíam porque existia uma percentagem que limitava essa progressão. Ultrapassámos essa questão mas tivemos que garantir a mobilidade nacional. Ao garantir essa mobilidade, «temos o mesmo número de escalões, não criámos quotas mas achamos que devemos premiar o mérito», defendeu.
Fonte: JM
«Vamos ver o que acontece e em função disso, vamos continuar a lutar pela mobilidade nacional e e encontrar os caminhos para que um professor que esteja na Região não seja impedido de candidatar-se a uma escola do Continente e no concurso nacional com uma classificação que obteve na Região», afirmou Francisco Fernandes.
O secretário falava à margem da Feira da Saúde, evento que decorre até hoje na Direcção de Qualificação Profissional e que tem como grande objectivo a divulgação de informação sobre alternativas possíveis aos vícios.
«O Estatuto da Carreira Docente Regional está aprovado desde 2008 e foi construído para ultrapassarmos algumas questões nacionais que tinham causado muita polémica», disse. Uma dessas polémicas estava relacionada com a existência nacional de dois tipos de professores: o professor e o professor titular e em que o acesso à qualificação de professor titular estava condicionado não só pela classificação de serviço e uma série de outros factores mas também por uma quota que fazia com que professores, ainda que sendo portadores dos requisitos necessários, não evoluíam porque existia uma percentagem que limitava essa progressão. Ultrapassámos essa questão mas tivemos que garantir a mobilidade nacional. Ao garantir essa mobilidade, «temos o mesmo número de escalões, não criámos quotas mas achamos que devemos premiar o mérito», defendeu.
Fonte: JM
