Teve ontem inicio a segunda fase de acesso ao ensino superior público, que decorre até ao próximo dia 18.
Segundo adiantou ao JM o director do Gabinete de Ensino Superior, foram muitos os alunos que procuraram ontem o Gabinete, não apenas para candidatarem-se à segunda fase de colocações mas também para conseguirem mais informações sobre a universidade onde conseguiram entrar.
“Não recebemos apenas alunos que querem candidatar-se na 2.ª fase, ainda estamos a receber muita gente que já ficou colocada na 1.ª fase, à procura de informações sobre aspectos relacionados com a matrícula, alojamento e viagens”, salientou João Costa e Silva.
Em relação aos candidatos para a 2.ª fase de acesso ao ensino superior público, realçou que ontem foram recebidas no Gabinete apenas as pessoas cujos nomes começavam por A e B, acrescentando que “muitos dos candidados estão a optar por esperar pelo segundo edital de vagas, que sai no dia 22, e então aí vão fazer a sua candidatura”.
Todavia, João Costa e Silva acentua que este ano apenas 187 alunos não foram colocados na 1.ª fase. “Este ano, nos últimos cinco anos, é o primeiro ano em que temos menos de 200 alunos não colocados. Em todos os anos anteriores tivémos mais de 200 ou 300 alunos não colocados”, acentua.
O director do Gabinete de Ensino Superior salienta que “apesar deste ano o número de candidados ao ensino superior ter sido inferior ao do ano, é um ano excelenete, uma vez que colocámos na 1.ª fase de acesso ao ensino superior mais de 1.300 estudantes, tal como no ano passado e há dois anos”.
Uma vez que na Universidade da Madeira (UMa) apenas ficaram por preencher 11 vagas (9 em Bioquímica e 2 em Arte e Multimédia), destaca que a maioria dos candidados desta 2.ª fase de colocações deverá optar por estabelecimentos de ensino localizados no Continente, isto apesar de muitos aguardarem pela publicação do segundo edital de vagas, que, como realça o director do Gabinete de Ensino Superior, “pode trazer algumas surpresas, com mais algumas vagas, uma vez que podem haver desistências”.
Neste âmbito, sublinha que quanto mais opções os alunos colocarem no boletim de candidatura (num máximo de seis cursos), mais hipóteses têm de encontrar uma vaga numa universidade.
Referiu ainda que muitos dos 187 alunos da Região que concorrem a esta 2.ª fase de acesso ao ensino superior público “já têm assegurada a sua colocação no ensino superior privado”.
O número de vagas abertas para o concurso nacional de acesso ao ensino superior público este ano foi de 51.352, mais 2% que em 2008 (+ 1133). Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, após a 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público ficaram por preencher 6.102 vagas em todas as universidades do país, sendo 11 na UMa, que preencheu nesta 1.ª fase 98% das 565 vagas postas a concurso.
Os resultados da 2.ª fase de candidaturas serão publicados no dia 12 de Outubro, sendo que haverá uma 3.ª fase de candidaturas, apenas on-line.
Fonte: JM
Segundo adiantou ao JM o director do Gabinete de Ensino Superior, foram muitos os alunos que procuraram ontem o Gabinete, não apenas para candidatarem-se à segunda fase de colocações mas também para conseguirem mais informações sobre a universidade onde conseguiram entrar.
“Não recebemos apenas alunos que querem candidatar-se na 2.ª fase, ainda estamos a receber muita gente que já ficou colocada na 1.ª fase, à procura de informações sobre aspectos relacionados com a matrícula, alojamento e viagens”, salientou João Costa e Silva.
Em relação aos candidatos para a 2.ª fase de acesso ao ensino superior público, realçou que ontem foram recebidas no Gabinete apenas as pessoas cujos nomes começavam por A e B, acrescentando que “muitos dos candidados estão a optar por esperar pelo segundo edital de vagas, que sai no dia 22, e então aí vão fazer a sua candidatura”.
Todavia, João Costa e Silva acentua que este ano apenas 187 alunos não foram colocados na 1.ª fase. “Este ano, nos últimos cinco anos, é o primeiro ano em que temos menos de 200 alunos não colocados. Em todos os anos anteriores tivémos mais de 200 ou 300 alunos não colocados”, acentua.
O director do Gabinete de Ensino Superior salienta que “apesar deste ano o número de candidados ao ensino superior ter sido inferior ao do ano, é um ano excelenete, uma vez que colocámos na 1.ª fase de acesso ao ensino superior mais de 1.300 estudantes, tal como no ano passado e há dois anos”.
Uma vez que na Universidade da Madeira (UMa) apenas ficaram por preencher 11 vagas (9 em Bioquímica e 2 em Arte e Multimédia), destaca que a maioria dos candidados desta 2.ª fase de colocações deverá optar por estabelecimentos de ensino localizados no Continente, isto apesar de muitos aguardarem pela publicação do segundo edital de vagas, que, como realça o director do Gabinete de Ensino Superior, “pode trazer algumas surpresas, com mais algumas vagas, uma vez que podem haver desistências”.
Neste âmbito, sublinha que quanto mais opções os alunos colocarem no boletim de candidatura (num máximo de seis cursos), mais hipóteses têm de encontrar uma vaga numa universidade.
Referiu ainda que muitos dos 187 alunos da Região que concorrem a esta 2.ª fase de acesso ao ensino superior público “já têm assegurada a sua colocação no ensino superior privado”.
O número de vagas abertas para o concurso nacional de acesso ao ensino superior público este ano foi de 51.352, mais 2% que em 2008 (+ 1133). Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, após a 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público ficaram por preencher 6.102 vagas em todas as universidades do país, sendo 11 na UMa, que preencheu nesta 1.ª fase 98% das 565 vagas postas a concurso.
Os resultados da 2.ª fase de candidaturas serão publicados no dia 12 de Outubro, sendo que haverá uma 3.ª fase de candidaturas, apenas on-line.
Fonte: JM
