No final de um plenário do Sindicato de Hotelaria com os trabalhadores do Hotel Savoy, ficou, ontem, decidido que não haverá mais qualquer reunião entre o Sindicato (em representação dos trabalhadores) e a administração do grupo Siet Savoy e que «acabou definitivamente qualquer possibilidade de virem a ter reuniões ou qualquer acordo».
Segundo Adolfo Freitas, «o processo segue agora para os tribunais e só nos tribunais é que será decidido a razão de que lado está». Segundo referiu, neste momento são cerca de 45 os trabalhadores que ainda não chegaram a acordo com a empresa e que irão para tribunal para contestar o despedimento. Os outros cerca de 55 já chegaram a acordo com a empresa, aceitaram a indemnização e estão a tratar do subsídio de desemprego.
De acordo com o sindicalista, «chegámos ao fim daquilo que é possível chamar o diálogo social». É que, disse, «apesar da boa vontade nossa, direcção do sindicato, e dos trabalhadores, lamentavelmente não foi possível chegar a um acordo com a administração do Siet Savoy».
Adolfo Freitas afirmou que a administração «só queria elaborar um acordo com o sindicato no sentido de estes trabalhadores serem reintegrados na abertura do novo hotel, mas apenas pela preferência que tivessem em relação aos trabalhadores». Tal como referiu, este era um acordo com não podia ser aceite, «porque a questão da preferência é um âmbito muito largo e que permitiria à empresa, por qualquer motivo, dizer que o trabalhador não tinha o perfil adequado para ser admitido». Com isso, continuou, a empresa pretendia era também um acordo «em que os trabalhadores que ainda não receberam a indemnização também não pudessem recorrer ao tribunal para contestar o despedimento».
O Sindicato espera, agora, que o tribunal dê razão aos trabalhadores e estes sejam reintegrados na empresa.
Fonte: JM
Segundo Adolfo Freitas, «o processo segue agora para os tribunais e só nos tribunais é que será decidido a razão de que lado está». Segundo referiu, neste momento são cerca de 45 os trabalhadores que ainda não chegaram a acordo com a empresa e que irão para tribunal para contestar o despedimento. Os outros cerca de 55 já chegaram a acordo com a empresa, aceitaram a indemnização e estão a tratar do subsídio de desemprego.
De acordo com o sindicalista, «chegámos ao fim daquilo que é possível chamar o diálogo social». É que, disse, «apesar da boa vontade nossa, direcção do sindicato, e dos trabalhadores, lamentavelmente não foi possível chegar a um acordo com a administração do Siet Savoy».
Adolfo Freitas afirmou que a administração «só queria elaborar um acordo com o sindicato no sentido de estes trabalhadores serem reintegrados na abertura do novo hotel, mas apenas pela preferência que tivessem em relação aos trabalhadores». Tal como referiu, este era um acordo com não podia ser aceite, «porque a questão da preferência é um âmbito muito largo e que permitiria à empresa, por qualquer motivo, dizer que o trabalhador não tinha o perfil adequado para ser admitido». Com isso, continuou, a empresa pretendia era também um acordo «em que os trabalhadores que ainda não receberam a indemnização também não pudessem recorrer ao tribunal para contestar o despedimento».
O Sindicato espera, agora, que o tribunal dê razão aos trabalhadores e estes sejam reintegrados na empresa.
Fonte: JM
