O comunicado da Secretaria Regional do Plano e Finanças começa por acentuar que “como é referido na notícia, o Governo Regional da Madeira tem vindo a fazer um esforço no sentido de diminuir os valores em dívida aos seus fornecedores, os quais merecem, da parte do GR, o maior respeito e consideração, já que têm, efectivamente, suportado atrasos nos recebimentos, sem nunca colocar em causa o fornecimento dos bens e serviços”.
“O Governo Regional reconhece que os empresários que desenvolvem a sua actividade na Região, e que acreditaram nas suas potencialidades e na estabilidade política, têm contribuído decisivamente para o nosso progresso económico”, realça ainda o comunicado.
Refere o mesmo que “neste sentido, o GR tem procurado minimizar os constrangimentos resultantes destas situações”, acrescentando que “em concreto, e entre outras medidas tem insistido, junto do Governo da República em receber o que lhe é devido por lei para, assim, reduzir os prazos médios de pagamento”.
“Neste âmbito, e embora ainda estejam em aberto muitos dossiers, que implicam avultados aflusxos monetários para a Região Autónoma da Madeira, recentemente, e ao fim de quatro anos, foi aprovado um financiamento, que contribuirá para esse objectivo”, esclarece a Secretaria Regional do Plano e Finanças.
“O Governo Regional da Madeira não foge às suas responsabilidades, mas também não pode assumir as responsabilidades que não lhe são imputáveis, razão pela qual nega, de forma veemente, que existam insolvências associadas a atrasos nos pagamentos do Governo, como erradamente é apontado na peça jornalística”, acentua o comunicado, acrescentando que “embora solidários com todos os empresários que se empenham no lançamento de projectos, criando riqueza e postos de trabalho, temos de reconhecer que exitem riscos, que podem inviabilizar o sucesso de alguns desses projectos, com reflexos para a economia regional, para os empresários e para os trabalhadores envolvidos”.
“Associar uma situação concreta de insolvência (mantemos a expectativa que possa ter um desfecho positivo) unicamente a atrasos de pagamentos do Governo Regional não é correcto, nem sinónimo de um jornalismo sério e independente, essencial para a estabilidade económica, ainda mais importante numa conjuntura como a que se vive”, sublinha, a concluir, o comunicado da Secretaria Regional do Plano e Finanças.
Fonte: JM
“O Governo Regional reconhece que os empresários que desenvolvem a sua actividade na Região, e que acreditaram nas suas potencialidades e na estabilidade política, têm contribuído decisivamente para o nosso progresso económico”, realça ainda o comunicado.
Refere o mesmo que “neste sentido, o GR tem procurado minimizar os constrangimentos resultantes destas situações”, acrescentando que “em concreto, e entre outras medidas tem insistido, junto do Governo da República em receber o que lhe é devido por lei para, assim, reduzir os prazos médios de pagamento”.
“Neste âmbito, e embora ainda estejam em aberto muitos dossiers, que implicam avultados aflusxos monetários para a Região Autónoma da Madeira, recentemente, e ao fim de quatro anos, foi aprovado um financiamento, que contribuirá para esse objectivo”, esclarece a Secretaria Regional do Plano e Finanças.
“O Governo Regional da Madeira não foge às suas responsabilidades, mas também não pode assumir as responsabilidades que não lhe são imputáveis, razão pela qual nega, de forma veemente, que existam insolvências associadas a atrasos nos pagamentos do Governo, como erradamente é apontado na peça jornalística”, acentua o comunicado, acrescentando que “embora solidários com todos os empresários que se empenham no lançamento de projectos, criando riqueza e postos de trabalho, temos de reconhecer que exitem riscos, que podem inviabilizar o sucesso de alguns desses projectos, com reflexos para a economia regional, para os empresários e para os trabalhadores envolvidos”.
“Associar uma situação concreta de insolvência (mantemos a expectativa que possa ter um desfecho positivo) unicamente a atrasos de pagamentos do Governo Regional não é correcto, nem sinónimo de um jornalismo sério e independente, essencial para a estabilidade económica, ainda mais importante numa conjuntura como a que se vive”, sublinha, a concluir, o comunicado da Secretaria Regional do Plano e Finanças.
Fonte: JM
