O presidente da Sociedade de Desenvolvimento da Madeira, Francisco Costa, responsável pela criação do CINM – Centro Internacional de Negócios da Madeira, em entrevista à RDP-M garantiu que aquela praça está em crescimento.
Francisco Costa salientou que há novos projectos de investimento, com instalação a curto prazo, nomeadamente, ao nível da imagem da Região no exterior.
De acordo com o responsável, a tendência é continuar a favorecer a mão-de-obra especializada, uma situação que não tem sido difícil dar conta devido à colaboração com a Universidade da Madeira e das Escolas Técnicas.
O CINM oferece, neste momento, três mil postos de trabalho, sem contar com a Navegação, e três mil sociedades estrangeiras. Francisco Costa lamentou, no entanto, que o regime fiscal que está estabelecido para o CINM esteja a ser dificultado pelo Governo da República que impôs o pagamento do PEC às empresas do Centro. “É uma quebra de princípio, o que não acontece no plano internacional e não compreendemos como é que um Estado da UE, de repente, à revelia de tudo o que está estabelecido, obriga agora a esse pagamento”, salientou.
O economista foi mais longe e adiantou que “os Governos da República foram sempre solidários na negociação do regime e renovação do regime do CINM ao perceberem que uma pequena economia como a da Madeira precisa de ter alternativas”, frisou.
Contudo, lamentou a existência de situações que acabam por complicar as coisas, a exemplo do aumento do IVA que “afastou algumas das grandes empresas que foram para o Luxemburgo e com isso algumas dezenas de milhões de euros do Orçamento Regional”.
Neste momento, com a redução da taxa de IVA, o CINM tem tenatado entrar de novo, nesse mercado. Francisco Costa admitiu que foram conseguidos “resultados positivos”.
Há situações concretas de uma possível instalação, a muito curto prazo, de uma a duas empresas signitivas na área das novas tecnologias.
No que diz respeito às instituições financeiras, que têm vindo a sair da Madeira, mais recentemente, o Montepio, reiterou que esta será a tendência geral porque, “infelizmente, o CINM está limitado na sua capacidade de atracção de actividades financeiras” porque “as cerca de trinta e poucas instituições financeiras que, ainda, operam no CINM têm autorização só até ao fim 2011”. A solução passa por uma alteração deste quadro.
Fonte: JM
Francisco Costa salientou que há novos projectos de investimento, com instalação a curto prazo, nomeadamente, ao nível da imagem da Região no exterior.
De acordo com o responsável, a tendência é continuar a favorecer a mão-de-obra especializada, uma situação que não tem sido difícil dar conta devido à colaboração com a Universidade da Madeira e das Escolas Técnicas.
O CINM oferece, neste momento, três mil postos de trabalho, sem contar com a Navegação, e três mil sociedades estrangeiras. Francisco Costa lamentou, no entanto, que o regime fiscal que está estabelecido para o CINM esteja a ser dificultado pelo Governo da República que impôs o pagamento do PEC às empresas do Centro. “É uma quebra de princípio, o que não acontece no plano internacional e não compreendemos como é que um Estado da UE, de repente, à revelia de tudo o que está estabelecido, obriga agora a esse pagamento”, salientou.
O economista foi mais longe e adiantou que “os Governos da República foram sempre solidários na negociação do regime e renovação do regime do CINM ao perceberem que uma pequena economia como a da Madeira precisa de ter alternativas”, frisou.
Contudo, lamentou a existência de situações que acabam por complicar as coisas, a exemplo do aumento do IVA que “afastou algumas das grandes empresas que foram para o Luxemburgo e com isso algumas dezenas de milhões de euros do Orçamento Regional”.
Neste momento, com a redução da taxa de IVA, o CINM tem tenatado entrar de novo, nesse mercado. Francisco Costa admitiu que foram conseguidos “resultados positivos”.
Há situações concretas de uma possível instalação, a muito curto prazo, de uma a duas empresas signitivas na área das novas tecnologias.
No que diz respeito às instituições financeiras, que têm vindo a sair da Madeira, mais recentemente, o Montepio, reiterou que esta será a tendência geral porque, “infelizmente, o CINM está limitado na sua capacidade de atracção de actividades financeiras” porque “as cerca de trinta e poucas instituições financeiras que, ainda, operam no CINM têm autorização só até ao fim 2011”. A solução passa por uma alteração deste quadro.
Fonte: JM
