Não foi desta que ficaram concluídas as negociações para o Sector de Escritórios, Comércio e Serviços da RAM. A direcção do sindicato esteve reunida, ontem, na Secretaria Regional dos Recursos Humanos, com a ACIF e a ACS, com a mediação do secretário regional da tutela.
Ao fim de 2.30 horas, as partes não chegaram a acordo, tendo sido agendada uma próxima reunião para o dia 11 de Fevereiro. Apesar da reunião não ter sido conclusiva, Brazão de Castro mostrou-se satisfeito com os acertos conseguidos no sentido de “procurar que haja aumento do poder de compra por parte dos trabalhadores com salvaguarda do emprego, daí a necessidade de ter em conta os referenciais previstos de inflação e os critérios do ano passado para a revisão do CCT”, explicou.
O SITAM pede um aumento salarial de 5% e que o subsídio de refeição passe de 2.60 euros para 3.30 euros, apontou Ivo Silva. As associações de empregadores contrapõem com propostas de 1%. Lino Abreu, da ACS reitera que o objectivo é garantir os postos de trabalho. “Chegamos a 1.97%, o dobro da nossa proposta inicial, fomos mais flexíveis que o sindicato”, reiterou.
Quanto à ACIF, e de acordo com Rodrigo Cardoso está preocupada com a recuperação do poder de compra mas, também, com a manutenção dos postos de trabalho e a competitividade das empresas”.
O SITAM vai levar as propostas aos trabalhadores para que possam reflectir sobre as mesmas, por forma a chegarem a acordo no
dia 11.
Fonte: JM
Ao fim de 2.30 horas, as partes não chegaram a acordo, tendo sido agendada uma próxima reunião para o dia 11 de Fevereiro. Apesar da reunião não ter sido conclusiva, Brazão de Castro mostrou-se satisfeito com os acertos conseguidos no sentido de “procurar que haja aumento do poder de compra por parte dos trabalhadores com salvaguarda do emprego, daí a necessidade de ter em conta os referenciais previstos de inflação e os critérios do ano passado para a revisão do CCT”, explicou.
O SITAM pede um aumento salarial de 5% e que o subsídio de refeição passe de 2.60 euros para 3.30 euros, apontou Ivo Silva. As associações de empregadores contrapõem com propostas de 1%. Lino Abreu, da ACS reitera que o objectivo é garantir os postos de trabalho. “Chegamos a 1.97%, o dobro da nossa proposta inicial, fomos mais flexíveis que o sindicato”, reiterou.
Quanto à ACIF, e de acordo com Rodrigo Cardoso está preocupada com a recuperação do poder de compra mas, também, com a manutenção dos postos de trabalho e a competitividade das empresas”.
O SITAM vai levar as propostas aos trabalhadores para que possam reflectir sobre as mesmas, por forma a chegarem a acordo no
dia 11.
Fonte: JM
