O grupo holandês Philips, maior produtor mundial de lâmpadas e um dos gigantes da electrónica de consumo, vai suprimir 6.000 empregos em todo o mundo em 2009, anunciou ontem em comunicado o seu Executivo Chefe, Gerard Kleisterlee.
A reestruturação deverá permitir ao grupo, que emprega 121 mil pessoas, economizar cerca de 400 milhões de euros por ano a partir do segundo trimestre de 2009.
Na semana passada tinha sido anunciado o encerramento da sua última fábrica em Portugal, deixando no desemprego cerca de 70 trabalhadores.
Também ontem, o grupo bancário e segurador ING anunciou que vai suprimir 7.000 empregos em todo o mundo e um prejuízo de 1.000 milhões de euros em 2008. Estes números estão baseados em dados preliminares e ainda não confirmados por auditorias, precisa o ING num comunicado.
Por outro lado, o grupo siderúrgico anglo-holandês Corus, filial do indiano Tata Steel e segundo produtor de aço da Europa, anunciou ontem a supressão de 3.500 empregos, 2.500 dos quais no Reino Unido.
Também a construtora norte-americana de bulldozers e escavadores Caterpillar vai suprimir 20.000 empregos em todo o mundo para enfrentar “o ano muito duro” que acaba de começar.
Fonte: JM
A reestruturação deverá permitir ao grupo, que emprega 121 mil pessoas, economizar cerca de 400 milhões de euros por ano a partir do segundo trimestre de 2009.
Na semana passada tinha sido anunciado o encerramento da sua última fábrica em Portugal, deixando no desemprego cerca de 70 trabalhadores.
Também ontem, o grupo bancário e segurador ING anunciou que vai suprimir 7.000 empregos em todo o mundo e um prejuízo de 1.000 milhões de euros em 2008. Estes números estão baseados em dados preliminares e ainda não confirmados por auditorias, precisa o ING num comunicado.
Por outro lado, o grupo siderúrgico anglo-holandês Corus, filial do indiano Tata Steel e segundo produtor de aço da Europa, anunciou ontem a supressão de 3.500 empregos, 2.500 dos quais no Reino Unido.
Também a construtora norte-americana de bulldozers e escavadores Caterpillar vai suprimir 20.000 empregos em todo o mundo para enfrentar “o ano muito duro” que acaba de começar.
Fonte: JM
