Uma funcionária da empresa ‘Digifoto’ apresentou ontem à tarde uma queixa no Comando Regional da Polícia de Segurança Pública (PSP) contra o patrão, por alegada agressão.
A queixosa, Lúcia Freitas, de 38 anos, recebeu primeiro tratamento no Serviço de Urgências do Hospital Central do Funchal, por volta das 13h30, a ferimentos sofridos na mão direita.
“Estava no balcão a atender um cliente, quando ele veio e deu-me um soco na mão”, contou Lúcia Freitas. O “ele” é Mário João Perestrelo, e esta ‘estória’ tem mais antecedentes.
Em causa, segundo a alegada vítima, está o não pagamento dos subsídios de Natal e de férias do ano passado, bem como os retroactivos relativos a 2007, e ainda o atraso no pagamento do 13.ª mês deste ano.
“Eu apresentei queixa no sindicato, e eles informaram a Inspecção Regional de Trabalho”, explicou Lúcia Freitas.
O processo seguiu os trâmites legais, e a ‘Digifoto’ foi informada ontem, por carta, da obrigatoriedade de regularizar a situação. “Quando ele viu a carta, disse, exaltado, para eu sair da máquina onde estava a trabalhar e mandou-me para o balcão”, acrescentou a funcionária.
Foi aqui que foram feitas as alegadas agressões, que continuaram depois numa sala dos fundos, já em forma de insultos e ameaças verbais. “Disse para ele parar que senão ligava para a polícia, e foi o que fiz”, afirmou a mulher, dizendo que vários colegas testemunharam o caso.

Eu tb fui agredida na sexta feira 04-01-13 pelo meu patrão, que me arrastou por cima do balcão da recepção onde trabalho, em uma termas 4×4 na Rua Buenos Aires no centro do Rio de Janeiro Ele machucou meu braço e minha perna com tamanha violência e depois fugiu. Ante da agressão dele neste dia um fui agredida por um cliente que estava alcoolizado e causando vários problemas dentro da boite, e que ficou reclamando de tudo e de todos, e o sócio gerente Laurentino Ribeiro nada fez para resolver o problema do cliente e estava ignorando a situação o cliente veio em minha direção no balcão e me deu dois tapas no braço e começou a me xingar de vários palavrões, e eu revidei chamando de alcoolatra, e mal amado, ele começou uma discurssão stresante, e como ele não parava de me xingar e ninguém convidava o cidadão a se retirar do local para que eu continuasse o meu trabalho eu em um momento de compulsão joguei uma máquina de ct de crédito do cliente, mas não acertou, então o meu patrão partiu para cima de mim, como eu escrevi no inicio. Que eu tive de fazer muita força para me livrar dele, ele gritava muito comigo na frente de todos que testemunharam a agessão de ambos. E ele logo em seguida fugiu, eu continuei o trabalho e fechei meu cx, e entreguei o malote para o outo dono que chegou depois que irmão do agressor, que não falou nada comigo até que eu tenha terminado o trabalho. Mas já não é a primeira vez que isso acontece durante este dez anos eu sou perseguida humilhada e constrangida por eles, mas sempre vem alguém e me convencia a não fazer nada, pq eles tem muito dinheiro e poderia mandar fazer algo comigo, So que desta vez chegou no meu limite, eles foram longe demais, não quero mais me calar. Dei parte dele na Delegacia da mulher. Espero que aja justiça, eu só quero que eles me mande embora e me pague meus direitos trabalhista, logo que nunca fui respeitada como ser humano e nem com profissional, sempre desdenharam meu conhecimento, e menosprezaram o meu trabalho. Sempre arrumava fofoquinhas, para colocar um funcionário contra o outro, ele sente prazer em te fazer tortura psicológicas, são doente, já fui agredida outras vezes por clientes, e um segurança da casa que foi me defender eles não gostaram, e o mesmo segurança tb foi agredido por um cliente, e só pq ele se defendeu dias depois foi mandado embora. já houve outros casos anteriores de agressão com outras funcionárias anteriores, que por medo não denunciario, e se demitiram, outras abandonaram o trabalho, outras aceitaram dinheiro para que tudo ficasse em paz, mas eu não vou me calar, tem que haver justiça, não é só pq agente precisa do emprego que temos que nos sujeitar a tudo, Estou revoltada, com aquele trabalho escravo de até doze horas por dia em pé, sem local para descanso no intervalo, ter que dividir banheiro com os clientes, e trabalhar exposta ao perigo, o tempo todo, sem hora extra, e sem adcional noturno.E setenta por cento dos funcionários não tem carteira assinada, e não tem direito de reclamar de nada. Por favor favor alguém me ajude a divulgar este acontecido, para ver se alguma autoridade toma alguma providencia em fiscalizar esta casa, proteger os fucionários que estão lá, que não sair pq precisam muito do emprego ou por terem medo de denuciar e sofrer represárias, afinal de contas não estou falando de empresarios comuns e normais, São pessoas frias e incensiveis, que só dão valor ao dinheiro e a luxuria para eles. Obrigada pelo espaço para que eu podesse desabafar. Espero que a lei me proteja e Deus tb.