Decorreu, ontem, na Secretaria Regional dos Recursos Humanos, a segunda reunião de conciliação tendo em vista os aumentos salariais e de expressão pecuniária para o Sector de Escritórios, Comércio e Serviços da RAM.
A reunião sentou à mesma mesma o sindicato, a comissão negociadora – ACIF e ACS – e o secretário regional da tutela, Brazão de Castro.
Tendo em conta que as partes, ainda, não chegaram a acordo, foi agendada uma terceira reunião de conciliação, na Vila Passos, para o próximo dia três de Março.
O SITAM – Sindicato dos Trabalhadores de Escritórios, Comércio e Serviços da RAM, que começou as negociações a pedir um aumento de 5% nos salários, baixou para 3%, desde que o subsídio de refeição passe de 2.60 euros para 3.50 euros.
Apesar dos valores propostos pelas entidades patronais serem diferentes dos números do sindicato, houve, contudo, uma aproximação, um facto que deixou o secretário dos Recursos Humanos, satisfeito.
“A reunião de conciliação foi positiva, na medida em que houve alguma aproximação em relação aos valores que estavamos a trabalhar, antes desta reunião”, referiu Brazão de Castro, à saída da reunião.
Contudo, o governante considera que há muito caminho a ser percorrido mas que existem critérios que parecem continuar a ser muito válidos e que podem conduzir a boas soluções para quem trabalha e para quem emprega.
Estes critérios têm em conta os valores da inflação previstos para este ano, sobre os quais incidem a revisão do contrato colectivo de trabalho, de maneira que o valor a apontar permita recuperar e melhorar o poder de compra de quem trabalha, mantendo-se as condições de confiança em termos empresariais, tal como aconteceu em anos anteriores
A propósito, recordou que na Madeira a inflação tem sido 0.2% acima da inflação nacional.
O SITAM, pela voz de Ivo Silva apontou que, se para este ano, o aumento salarial for de1.5%, tal como propõe a comissão negociadora dos empregadores e a inflação for de 3% vai provocar uma quebra acentuada no poder de compra.
De maneira que o sindicato “vai estudar uma forma para fazer sentir aos empregadores que é necessário actualizar os salários com dignidade, se quiserem trabalho com dignidade porque se quiserem salários mínimos, não podem pedir aos trabalhadores mais do que um mínimo na sua produção e dedicação”, frisou.
Tânia Oliveira, da Associação de Comércio e Serviços referiu que, tendo por base a inflação prevista para 2009 (1%,) e estando aquele organismo a fazer uma proposta de 1.5% de aumento salarial, os trabalhadores já estariam a repôr o seu poder de compra e mantêm-se os postos de trabalho.
Rodrigo Cardoso, representante da ACIF apontou que “estamos dispostos a fechar o acordo, um pouco acima da inflação, fazer alguns acertos mas para valores que sejam ajustados perto do valor da inflação”.
Fonte: JM
A reunião sentou à mesma mesma o sindicato, a comissão negociadora – ACIF e ACS – e o secretário regional da tutela, Brazão de Castro.
Tendo em conta que as partes, ainda, não chegaram a acordo, foi agendada uma terceira reunião de conciliação, na Vila Passos, para o próximo dia três de Março.
O SITAM – Sindicato dos Trabalhadores de Escritórios, Comércio e Serviços da RAM, que começou as negociações a pedir um aumento de 5% nos salários, baixou para 3%, desde que o subsídio de refeição passe de 2.60 euros para 3.50 euros.
Apesar dos valores propostos pelas entidades patronais serem diferentes dos números do sindicato, houve, contudo, uma aproximação, um facto que deixou o secretário dos Recursos Humanos, satisfeito.
“A reunião de conciliação foi positiva, na medida em que houve alguma aproximação em relação aos valores que estavamos a trabalhar, antes desta reunião”, referiu Brazão de Castro, à saída da reunião.
Contudo, o governante considera que há muito caminho a ser percorrido mas que existem critérios que parecem continuar a ser muito válidos e que podem conduzir a boas soluções para quem trabalha e para quem emprega.
Estes critérios têm em conta os valores da inflação previstos para este ano, sobre os quais incidem a revisão do contrato colectivo de trabalho, de maneira que o valor a apontar permita recuperar e melhorar o poder de compra de quem trabalha, mantendo-se as condições de confiança em termos empresariais, tal como aconteceu em anos anteriores
A propósito, recordou que na Madeira a inflação tem sido 0.2% acima da inflação nacional.
O SITAM, pela voz de Ivo Silva apontou que, se para este ano, o aumento salarial for de1.5%, tal como propõe a comissão negociadora dos empregadores e a inflação for de 3% vai provocar uma quebra acentuada no poder de compra.
De maneira que o sindicato “vai estudar uma forma para fazer sentir aos empregadores que é necessário actualizar os salários com dignidade, se quiserem trabalho com dignidade porque se quiserem salários mínimos, não podem pedir aos trabalhadores mais do que um mínimo na sua produção e dedicação”, frisou.
Tânia Oliveira, da Associação de Comércio e Serviços referiu que, tendo por base a inflação prevista para 2009 (1%,) e estando aquele organismo a fazer uma proposta de 1.5% de aumento salarial, os trabalhadores já estariam a repôr o seu poder de compra e mantêm-se os postos de trabalho.
Rodrigo Cardoso, representante da ACIF apontou que “estamos dispostos a fechar o acordo, um pouco acima da inflação, fazer alguns acertos mas para valores que sejam ajustados perto do valor da inflação”.
Fonte: JM
