A empresa de segurança privada ESUGUR, que ontem inaugurou as suas instalações na Madeira, espera subir dos actuais 15 funcionários para os 100 trabalhadores até ao final do ano.
A vinda para a Região representou um esforço financeiro de dois milhões de euros na criação de infra-estruturas e aquisição de veículos para esta empresa que se dedica ao transporte, guarda, tratamento e distribuição de valores, assim como se empenha na vigilância humana e electrónica.
Presente na cerimónia, o secretário regional do Plano e Finanças destacou a «confiança» da empresa no tecido económico madeirense, visto que a decisão de se expandir para este arquipélago acontece numa altura de crise económico-financeira nacional e internacional.
O secretário disse esperar que as 100 pessoas que vão integrar a empresa ao longo do ano sejam «todas naturais da Madeira», agradecendo, por outro lado, o investimento e desejando sucesso para a recém-chegada empresa.
O presidente da ESEGUR, Luís Rodeia, assegurou, por seu turno, que a vinda para o Funchal desta companhia portuguesa nascida há 15 anos «era uma ambição já antiga».
Quinze anos depois, e já com 2.500 funcionários e mais de 1.400 clientes, a empresa, detida actualmente em 50% pelo Banco Espírito Santo e 50% pela Caixa Geral de Depósitos, chega ao mercado regional para lutar em «todas as áreas» de negócio onde opera.
«Vamos bater o mercado e vamos comercializar os produtos», disse. Na Madeira, a única concorrente ao nível do transporte de valores é a Loomis, do grupo Securitas, mas na vigilância há várias empresas a disputar o território.
«Somos certificados pela qualidade, em todas as nossas actividades. Não só praticamos transporte e tratamento de valores, onde somos muito bons; somos certificados em vigilância humana e electrónica e somos também certificados em gestão de documentos e arquivos», disse Luís Rodeia, considerando os principais trunfos da empresa.
Na Madeira, o chefe de delegação é Marco Rosa.
Fonte: JM
A vinda para a Região representou um esforço financeiro de dois milhões de euros na criação de infra-estruturas e aquisição de veículos para esta empresa que se dedica ao transporte, guarda, tratamento e distribuição de valores, assim como se empenha na vigilância humana e electrónica.
Presente na cerimónia, o secretário regional do Plano e Finanças destacou a «confiança» da empresa no tecido económico madeirense, visto que a decisão de se expandir para este arquipélago acontece numa altura de crise económico-financeira nacional e internacional.
O secretário disse esperar que as 100 pessoas que vão integrar a empresa ao longo do ano sejam «todas naturais da Madeira», agradecendo, por outro lado, o investimento e desejando sucesso para a recém-chegada empresa.
O presidente da ESEGUR, Luís Rodeia, assegurou, por seu turno, que a vinda para o Funchal desta companhia portuguesa nascida há 15 anos «era uma ambição já antiga».
Quinze anos depois, e já com 2.500 funcionários e mais de 1.400 clientes, a empresa, detida actualmente em 50% pelo Banco Espírito Santo e 50% pela Caixa Geral de Depósitos, chega ao mercado regional para lutar em «todas as áreas» de negócio onde opera.
«Vamos bater o mercado e vamos comercializar os produtos», disse. Na Madeira, a única concorrente ao nível do transporte de valores é a Loomis, do grupo Securitas, mas na vigilância há várias empresas a disputar o território.
«Somos certificados pela qualidade, em todas as nossas actividades. Não só praticamos transporte e tratamento de valores, onde somos muito bons; somos certificados em vigilância humana e electrónica e somos também certificados em gestão de documentos e arquivos», disse Luís Rodeia, considerando os principais trunfos da empresa.
Na Madeira, o chefe de delegação é Marco Rosa.
Fonte: JM
