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Mar 10

PROMOÇÃO AGRESSIVA E CONTER CUSTOS DE PESSOAL

As consequências da conjuntura económica e financeira actual para o turismo estiveram em destaque na vigésima sexta edição do Barómetro Academia do Turismo, do Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo. Que concluiu que o ano 2009 será de pouca confiança, segundo 53% dos inquiridos. Na Madeira a crise começa a dar sinais evidentes. E tal como o DIÁRIO tornou público na sua edição de domingo, os hotéis perderam mais de 15 mil hóspedes e facturaram menos 100 mil dormidas. Como enfrentar a crise foi o repto que lançámos aos hoteleiros.

Para José Teothonio, o administrador responsável pelo sector hoteleiro do Grupo Pestana, na Madeira, “é necessário actuar a dois níveis: por um lado é preciso recuperar o mercado, reforçando as acções de promoção e com isso procurar garantir a confiança dos operadores, que nesta altura da crise estão a reduzir os seus riscos, o que os leva a reduzir o número de voos que contratam, sobretudo na época baixa”.

De acordo com este quadro, a Madeira poderá vir a sofrer com “um agravamento da sazonalidade, pois os operadores tenderão a contratar o transporte aéreo nas épocas em que têm mais garantias de venda”.

Noutra frente de intervenção, o Grupo Pestana está a desencadear um conjunto de iniciativas que visam reduzir os seus custos, tendo decidido que os colaboradores com salários superiores a 2.000 euros não vão ter direito a aumentos salariais, ao mesmo tempo que potenciam as sinergias entre as diferentes unidades, com a rotação dos colaboradores, o que permitiu, por exemplo, a abertura de um novo hotel sem o recrutamento de novos colaboradores. Manter o actual quadro de colaboradores é para o Grupo Pestana o desejo, pelo que não estão previstos despedimentos.

Recusando enfrentar a crise através da descida dos preços, José Teothonio admite que pontualmente os hotéis do Grupo Pestana têm vindo a efectuar promoções ou oferecer produtos de topo a preços de base, estratégias que resultam numa efectiva baixa do valor pago pelos clientes. Mas Teothonio não admite colocar no mercado um preço inferior.

Nesta altura de crise, o administrador responsável pelo sector hoteleiro do Grupo Pestana considera que o importante “é que as instituições funcionem e desenvolvam acções eficazes”, elegendo os incentivos ao “transporte aéreo como muito importantes, já que é preciso reforçar a oferta de transporte aéreo. Temos de ser mais flexíveis e actuar de forma mais rápida”, alerta.

O Grupo Porto Bay tem vindo a apresentar resultados recorde, quer ao nível da ocupação, como e sobretudo no valor cobrado por quarto, facto que em parte justifica um discurso mais optimista por parte do seu presidente, António Trindade.

“Temos de ter presente que estamos a viver uma crise gerada na origem, que se reflecte de forma diferente no destino. Estou convencido que a Madeira beneficiará do perfil do seu turista, pois este é mais velho, não teme pelo seu emprego e não procura férias de sol e praia nas épocas das férias escolares dos filhos. Acredito que não vamos sentir a crise como o Algarve ou o Sul de Espanha”, começou por dizer.

Este optimismo não impede que Trindade sugira “uma maior agressividade promocional de modo a garantir, por exemplo, o aumento da oferta do transporte aéreo, que é manifestamente insuficiente face ao aumento da oferta de camas”, registando que a procura contratada é manifestamente inferior.

Mostrando-se muito agradado com as acções promocionais levadas a cabo pelo Turismo de Portugal nos mercados alemão e do Reino Unido, que colocaram Portugal nas primeiras páginas dos sites dos principais operadores, António Trindade diz que não há como evitar “um reforço dos gastos com a promoção”.

Para este hoteleiro, o objectivo prioritário das acções a levar a cabo é a manutenção dos contratos, evitando cancelamentos. E a fórmula para conseguir isso passa por oferecer “produtos, estadias mais aliciantes”, razão pela qual o presidente do Grupo Porto Bay recusa, linearmente, mexer na estrutura de preços.

Obrigado, como todos os empresários, a conter ou reduzir os custos, António Trindade garante que não vai despedir colaboradores, lamentando as exigências que os representantes dos trabalhadores fazem em matéria de melhorias salariais, isto numa altura em que é exigido aos hoteleiros um grande esforço promocional.

Não podendo assumir um aumento dos custos, Trindade diz que no caso das suas unidades a estabilidade do quadro de pessoal é fundamental na qualidade do serviço que presta, admitindo que vai ser obrigado a rever a atribuição de prémios de produtividade como forma de compensar a quebra nas receitas.

A renegociação com os fornecedores, a racionalização dos gastos, com destaque para a factura energética, são outras das estratégias em marcha.

Carlos Martins: Acções de promoção de reacção imediata

Carlos Martins, o director-geral de operação do Grupo Sol Melia em Portugal, não tem dúvidas: “Temos de ser pro-activos, com medidas que permitam conquistar mais clientes e reduzir os custos de exploração.

“Nós abrimos o hotel com um número mínimo de colaboradores tendo em vista conter ao máximo os custos de exploração. No nosso caso a polivalência dos nossos colaboradores é fundamental”.

Revelando que o Melia apostou forte na promoção e com isso incrementou as vendas no mercado nacional, que vem sendo responsável por garantir uma taxa média de ocupação de 33%, Carlos Martins revela que se não fosse este esforço teria 10% de taxa de ocupação.

“Estou ligado à hotelaria há 29 anos e nunca vi nada assim. Não só tivemos de baixar preços, como garantir outras ofertas – carro por um dia – para ter clientes”.

Tornar o transporte aéreo e as acessibilidade mais baratas, investir nas companhias aéreas e na divulgação do destino é uma das prioridades que defende, deixando claro que a Madeira deve investir em acções de reacção imediata. O mercado português é para este responsável a aposta que as entidades públicas regionais têm de tornar mais clara, através de um investimento mais forte em acções de promoção.

Para Carlos Martins, “os portugueses têm mais dinheiro – com o aumento do salário e a redução da mensalidade ao banco – só que não têm confiança e as campanhas promocionais podem ser decisivas”.

João Welsh: Reforço de verbas e maior criatividade

João Welsh, o delegado na Madeira da Associação Portuguesa de Agências de Viagens, defende “uma promoção mais provocadora nos mercados de origens para estimular a procura”, face à evidente retracção dos mercados emissores.

Maior criatividade, um reforço das verbas disponíveis para as acções de promoção e uma aposta focalizada nos mercados tradicionais , que em sua opinião continuam a ser a melhor aposta, são sugestões que João Welsh deixa, responsabilizando as entidades públicas por este esforço, já que a actividade do sector tem impactos em toda a economia e como tal todos têm a beneficiar.

Não acreditando que a crise se resolva apenas através da redução do preço, este especialista entende, mesmo, que este é formado a partir dos níveis de oferta e procura no mercado, ajustando-se.

Propósito há muito defendido por João Welsh e que neste cenário de crise se justifica ainda mais, na sua perspectiva é urgente a Madeira evitar o aumento do número de camas.

Sindicato quer MP a investigar empresas do sector

Adolfo Freitas, o coordenador do Sindicato de Hotelaria, não mostra qualquer abertura para abdicar de direitos e regalias já contempladas nos contratos colectivos de trabalho, pois entende “que existe muita especulação e aproveitamento em volta da crise, para que se proceda depois a despedimentos e à redução de pessoal”.

Adolfo Freitas defende, mesmo, que “as empresas hoteleiras têm é de investir na formação profissional, na qualificação dos seus produtos e não pedir aos trabalhadores para baixarem ainda mais os seus rendimentos, pois temos os salários mais baixos da União Europeia e poucas ou nenhumas regalias sociais”.

Denunciando que existem propostas de rescisão por mútuo acordo e a dispensa dos trabalhadores que cessam os seus contratos, este sindicalista considera inadmissível que os patrões venham sugerir um aumento salarial de 0,5%, deixando claro que o Sindicato da Hotelaria não vai abrir mão da exigência de 5% de aumento que apresentou.

A propósito da crise, Adolfo Freitas sugere ao Ministério Público que mande investigar “as empresas que requerem a sua insolvência/falência ou que despedem trabalhadores a coberto da crise para que se perceba o que se passa por aí”.

Oferecer novos produtos mais competitivos

Manuel Duarte – Director do D. Pedro Baía – pretende enfrentar a forte retracção da procura com a “manutenção do nosso plano de investimento na promoção”, que tem dado bons resultados ao nível dos grupos.

No plano da contenção dos custos, o responsável pela unidade hoteleira de Machico admite que serão adoptadas medidas de racionalidade, mas que estas não passam por despedir trabalhadores mas sim geri-los de uma forma mais racional”.

Deixando claro que os donos do hotel já deram instruções para não baixar preços, Manuel Duarte admite que quando se senta com um operador inglês a primeira coisa que ele lhe diz é que os preços na Madeira estão 25% mais caros na origem, ainda que iguais no destino, por causa da desvalorização da libra, situação que obriga a uma constante negociação e à elaboração de produtos mais competitivos.

Fonte: DN
  • Março 10, 2009
  • Élio Pereira
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