O secretário regional dos Recursos Humanos, que tutela a área do Emprego visitou, ontem, o novo espaço onde funciona a Unidade de Inserção na Vida Activa (UNIVA), da Escola da APEL; no Funchal.
As UNIVA são estruturas de apoio ao emprego que têm como objectivo ajudar os jovens em termos de orientação profissional e na procura de formação ou de inserção no mundo do trabalho.
Esta medida, a exemplo do que acontece com os Clubes de Emprego (CE), decorre do esforço que tem vindo a ser feito em prestar um apoio personalizado a grupos de desempregados que apresentam maiores dificuldades de inserção ou reinserção profissional.
O apoio é feito com o recurso a entidades exteriores aos serviços públicos, numa perspectiva de responsabilizar e de levar à participação de promotores externos na prática e gestão das políticas de emprego.
Neste momento, a Madeira conta com cerca de 20 unidades de apoio ao desemprego, subdivididas em sete UNIVA e 13 Clubes de Emprego, espalhados pelos concelhos do Funchal, Santa Cruz, Machico, Santana, Calheta, Ponta do Sol, Ribeira Brava e Câmara de Lobos.
Das sete UNIVAS existentes, quatro estão no concelho deo Funchal, duas no concelho de Santa Cruz e uma em Câmara de Lobos.
O secretário dos Recursos Humanos salientou, a propósito, que estas unidades traduzem “uma tentativa clara de descentralização e flexibilização dos serviços de emprego, numa lógica de actuação em proximidade com as populações”.
Na oportunidade, anunciou que está em curso uma reestruturação desta medida de emprego, no sentido de unificar as actuais UNIVA’s e Clubes de Emprego.
O objectivo, explicou, é criar uma nova estrutura mais dinâmica, mais interventiva na sociedade e no apoio aos desempregados, no sentido de se tornarem verdadeiras extensões dos serviços de emprego e de proximidade aos utentes.
Brazão de Castro salientou, neste sentido, a iniciativa da APEL em criar uma UNIVA. O projecto está a cargo da Associação Promotora do Ensino Livre da APEL que, segundo o governante, “com base no seu projecto educativo sólido e com vários anos de provadas dadas no campo da educação, pedagogia e formação profissional, assume-se como parceiro rumo a uma melhoria significativa da capacidade de apoio à população desempregada”.
De acordo com o responsável, com a criação desta UNIVA “pretende-se dar resposta, em primeiro lugar, aos cerca de 800 alunos que frequentam o estabelecimento de ensino e que, mais tarde, integrarão o mundo do trabalho”.
O Pe. David Quintal, director da APEL salientou a importância da formação mas, também, de proporcionar condições de integração tendo reiterado que não basta preparar para o mundo do trabalho mas que é preciso apoiar o desempenho profissional e proporcionar empregabilidade.
Fonte: JM
As UNIVA são estruturas de apoio ao emprego que têm como objectivo ajudar os jovens em termos de orientação profissional e na procura de formação ou de inserção no mundo do trabalho.
Esta medida, a exemplo do que acontece com os Clubes de Emprego (CE), decorre do esforço que tem vindo a ser feito em prestar um apoio personalizado a grupos de desempregados que apresentam maiores dificuldades de inserção ou reinserção profissional.
O apoio é feito com o recurso a entidades exteriores aos serviços públicos, numa perspectiva de responsabilizar e de levar à participação de promotores externos na prática e gestão das políticas de emprego.
Neste momento, a Madeira conta com cerca de 20 unidades de apoio ao desemprego, subdivididas em sete UNIVA e 13 Clubes de Emprego, espalhados pelos concelhos do Funchal, Santa Cruz, Machico, Santana, Calheta, Ponta do Sol, Ribeira Brava e Câmara de Lobos.
Das sete UNIVAS existentes, quatro estão no concelho deo Funchal, duas no concelho de Santa Cruz e uma em Câmara de Lobos.
O secretário dos Recursos Humanos salientou, a propósito, que estas unidades traduzem “uma tentativa clara de descentralização e flexibilização dos serviços de emprego, numa lógica de actuação em proximidade com as populações”.
Na oportunidade, anunciou que está em curso uma reestruturação desta medida de emprego, no sentido de unificar as actuais UNIVA’s e Clubes de Emprego.
O objectivo, explicou, é criar uma nova estrutura mais dinâmica, mais interventiva na sociedade e no apoio aos desempregados, no sentido de se tornarem verdadeiras extensões dos serviços de emprego e de proximidade aos utentes.
Brazão de Castro salientou, neste sentido, a iniciativa da APEL em criar uma UNIVA. O projecto está a cargo da Associação Promotora do Ensino Livre da APEL que, segundo o governante, “com base no seu projecto educativo sólido e com vários anos de provadas dadas no campo da educação, pedagogia e formação profissional, assume-se como parceiro rumo a uma melhoria significativa da capacidade de apoio à população desempregada”.
De acordo com o responsável, com a criação desta UNIVA “pretende-se dar resposta, em primeiro lugar, aos cerca de 800 alunos que frequentam o estabelecimento de ensino e que, mais tarde, integrarão o mundo do trabalho”.
O Pe. David Quintal, director da APEL salientou a importância da formação mas, também, de proporcionar condições de integração tendo reiterado que não basta preparar para o mundo do trabalho mas que é preciso apoiar o desempenho profissional e proporcionar empregabilidade.
Fonte: JM
