Uma nota informativa enviada, ontem, pela Secretaria Regional dos Recursos Humanos dá conta de que, «no final do mês de Fevereiro de 2009, o número de desempregados registados no Instituto Regional de Emprego ascendia a 10.789 candidatos a emprego, sendo 7,8% à procura do 1º emprego e 92,2% em busca de um novo emprego. Estes dados revelam um acréscimo de 857 pessoas em relação ao mês anterior e de 2.003 em relação ao mês homólogo de 2008, acompanhando o que aconteceu a nível nacional em que o desemprego registado também revelou uma subida em Fevereiro».
Na Madeira, refere a mesma nota, «esta subida representa um acréscimo de 8,6% em relação ao mês anterior e 22,8% em relação ao mês homólogo. Nesta comparação homóloga, todas as regiões do país revelaram aumentos, que vão desde os 15,5% dos Açores aos 40,5% no Algarve».
Dos novos inscritos, «27% provêm do Sector da Construção, 23% da Área dos Serviços, 21% da Hotelaria e Restauração e 17% do Comércio».
A subida do desemprego registado nos últimos três meses de 2008 e nos primeiros dois meses de 2009, confirma, segundo a secretaria, «os pressupostos que levaram o Governo Regional a anunciar um conjunto de medidas de reforço e de melhoria nas acções de apoio aos desempregados, e de incentivo aos empregadores que criem novos postos de trabalho».
Estas medidas, segundoa a nota informativa, «incidirão especialmente sobre os cerca de 30% de desempregados que não usufruem de prestações sociais, uma vez que cerca de 65% recebem subsídio de desemprego e 5% beneficiam de Rendimento Social de Inserção (RSI)».
«Esta evolução do emprego reflecte os efeitos da conjuntura internacional negativa, que atinge a generalidade das economias, com efeitos visíveis imediatos no aumento do desemprego, o qual atinge, em muitos países, níveis inimagináveis. Recentemente a Organização Internacional do Trabalho previu que a situação económica e financeira internacional poderá dar origem à destruição de 50 milhões de empregos a nível mundial, apenas no ano de 2009».
Pode ainda ler-se na nota informativa que, «no caso da Madeira, acrescem as dificuldades impostas pelo governo Sócrates, que tudo tem feito para estrangular financeiramente a Região, sem se preocupar com as consequências que tal atitude tem sobre a vida de muitos madeirenses. O facto da Madeira ter estado a aguardar quatro anos pela autorização de um empréstimo a contrair pela Região, destinado a financiar projectos apoiados pela União Europeia, é o mais recente episódio da perseguição movida pelo governo socialista ao Governo Regional e aos madeirenses».
O documento realça, porém, «que a última taxa de desemprego divulgada indicou para a Madeira o valor de 6%, sendo a nível nacional de 7,8%».
Fonte: JM
Na Madeira, refere a mesma nota, «esta subida representa um acréscimo de 8,6% em relação ao mês anterior e 22,8% em relação ao mês homólogo. Nesta comparação homóloga, todas as regiões do país revelaram aumentos, que vão desde os 15,5% dos Açores aos 40,5% no Algarve».
Dos novos inscritos, «27% provêm do Sector da Construção, 23% da Área dos Serviços, 21% da Hotelaria e Restauração e 17% do Comércio».
A subida do desemprego registado nos últimos três meses de 2008 e nos primeiros dois meses de 2009, confirma, segundo a secretaria, «os pressupostos que levaram o Governo Regional a anunciar um conjunto de medidas de reforço e de melhoria nas acções de apoio aos desempregados, e de incentivo aos empregadores que criem novos postos de trabalho».
Estas medidas, segundoa a nota informativa, «incidirão especialmente sobre os cerca de 30% de desempregados que não usufruem de prestações sociais, uma vez que cerca de 65% recebem subsídio de desemprego e 5% beneficiam de Rendimento Social de Inserção (RSI)».
«Esta evolução do emprego reflecte os efeitos da conjuntura internacional negativa, que atinge a generalidade das economias, com efeitos visíveis imediatos no aumento do desemprego, o qual atinge, em muitos países, níveis inimagináveis. Recentemente a Organização Internacional do Trabalho previu que a situação económica e financeira internacional poderá dar origem à destruição de 50 milhões de empregos a nível mundial, apenas no ano de 2009».
Pode ainda ler-se na nota informativa que, «no caso da Madeira, acrescem as dificuldades impostas pelo governo Sócrates, que tudo tem feito para estrangular financeiramente a Região, sem se preocupar com as consequências que tal atitude tem sobre a vida de muitos madeirenses. O facto da Madeira ter estado a aguardar quatro anos pela autorização de um empréstimo a contrair pela Região, destinado a financiar projectos apoiados pela União Europeia, é o mais recente episódio da perseguição movida pelo governo socialista ao Governo Regional e aos madeirenses».
O documento realça, porém, «que a última taxa de desemprego divulgada indicou para a Madeira o valor de 6%, sendo a nível nacional de 7,8%».
Fonte: JM
