Quatro por cento da população portuguesa é afectada pela apneia do sono. Ou seja, 600 mil portugueses, entre os quais, os homens são os mais afectados. Para debater este problema, a Associação Portuguesa do Sono (APS) promove, entre hoje e sábado, no Hotel CS Madeira, no Funchal, o Curso de Pós-Graduação “Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono”.
Marta Gonçalves, Presidente da APS, alerta para o facto de estarmos perante uma doença sub-diagnosticada em Portugal e que tem graves consequências na qualidade de vida das pessoas. Cerca de 30 por cento dos homens com apneia do sono sofrem de disfunção eréctil. A apneia de sono pode surgir também durante a gravidez devido às alterações hormonais ou ao aumento de peso, bem como na menopausa.
«A apneia do sono provoca fragmentação do sono, bem como baixos níveis de oxigénio no sangue ao longo da noite e que fazem com que os pacientes acordem por vezes, mais cansados do que quando se deitam, não se sentindo restabelecidos de manhã. As consequências desta privação passam sobretudo pela sonolência durante o dia, dores de cabeça, fadiga, irritabilidade, depressão, alteração da memória e do raciocínio. Estes doentes têm uma taxa de acidentes de viação superior à da restante população, pois adormecem com facilidade em circunstância inapropriadas», explica a responsável.
Refira-se que este curso conta com a participação de 250 profissionais de saúde nacionais e internacionais, das mais variadas áreas como psiquiatria, pneumologia, neurologia, cardiologia, medicina geral e familiar e cirurgia.
Fonte: JM
Marta Gonçalves, Presidente da APS, alerta para o facto de estarmos perante uma doença sub-diagnosticada em Portugal e que tem graves consequências na qualidade de vida das pessoas. Cerca de 30 por cento dos homens com apneia do sono sofrem de disfunção eréctil. A apneia de sono pode surgir também durante a gravidez devido às alterações hormonais ou ao aumento de peso, bem como na menopausa.
«A apneia do sono provoca fragmentação do sono, bem como baixos níveis de oxigénio no sangue ao longo da noite e que fazem com que os pacientes acordem por vezes, mais cansados do que quando se deitam, não se sentindo restabelecidos de manhã. As consequências desta privação passam sobretudo pela sonolência durante o dia, dores de cabeça, fadiga, irritabilidade, depressão, alteração da memória e do raciocínio. Estes doentes têm uma taxa de acidentes de viação superior à da restante população, pois adormecem com facilidade em circunstância inapropriadas», explica a responsável.
Refira-se que este curso conta com a participação de 250 profissionais de saúde nacionais e internacionais, das mais variadas áreas como psiquiatria, pneumologia, neurologia, cardiologia, medicina geral e familiar e cirurgia.
Fonte: JM
