O número de acidentes de trabalho mortais na Madeira registou um decréscimo acima dos 50 por cento entre os anos de 2000 e 2008, passando dos 10 para os 4, respectivamente. Este quadro evolutivo permite afirmar, segundo o secretário regional dos Recursos Humanos, a existência de significativas alterações e avanços no domínio da segurança no trabalho. Brazão de Castro disse-o ontem na sessão de abertura da segunda Conferência “A Segurança e a Saúde no trabalho- Uma estratégia de e para o Futuro», promovida pela revista “Segurança” e que decorreu, durante todo o dia, no Museu Casa da Luz.
Na oportunidade, o secretário regional dos Recursos Humanos admitiu que, mesmo perante este quadro animador, «devemos permanecer alerta, pois a melhoria dos padrões de prevenção e de segurança no trabalho é um desafio permanente que assenta na constância de acções e no sistemático redobrar de esforços». Assim, e ainda no entender do secretário regional dos Recursos Humanos, «é essencial o apoio e a colaboração de todos os intervenientes no processo: trabalhadores, empregadores, parceiros sociais, instituições da formação escolar e profissional e demais serviços públicos e entidades privadas».
Considerando que em matéria de segurança e saúde no trabalho, «não podemos agir por impulsos ou ao sabor dos acontecimentos», o secretário regional dos Recursos Humanos defendeu a criação de condições estruturantes que permitam atingir o objectivo fundamental de melhorar as condições de prestação do trabalho, de modo a reduzir ao máximo, a sinistralidade laboral e as doenças profissional, o que envolve trabalhar as atitudes, os comportamentos, a mudança de mentalidades, a formação geracional e a consciencialização de todos os intervenientes no processo laboral».
O Governo Regional sempre teve a preocupação de criar «serviços e estruturas regionais nas várias áreas de intervenção e desenvolvido um vasto conjunto de acções e iniciativas em sintonia com os demais órgãos nacionais e comunitários».
Ainda recentemente, foi aprovada a Estratégia Regional para a Segurança e a Saúde no Trabalho, para o período de 2008 a 2011, com sete objectivos fundamentais, sendo um deles a promoçãod a inclusão, no sistema de educação e investigação, a nível regional, de abordagens no âmbito da segurança e saúde no trabalho».
Ao nível dos grandes sectores de actividade, é a construção civil que regista o maior número de ocorrências, ao concentrar mais de um terço dos acidentes. Todavia, conforme sublinhou também Brazão de Castro, em 2006, houve menos 7 por cento face a 2000.
Fonte: JM
Na oportunidade, o secretário regional dos Recursos Humanos admitiu que, mesmo perante este quadro animador, «devemos permanecer alerta, pois a melhoria dos padrões de prevenção e de segurança no trabalho é um desafio permanente que assenta na constância de acções e no sistemático redobrar de esforços». Assim, e ainda no entender do secretário regional dos Recursos Humanos, «é essencial o apoio e a colaboração de todos os intervenientes no processo: trabalhadores, empregadores, parceiros sociais, instituições da formação escolar e profissional e demais serviços públicos e entidades privadas».
Considerando que em matéria de segurança e saúde no trabalho, «não podemos agir por impulsos ou ao sabor dos acontecimentos», o secretário regional dos Recursos Humanos defendeu a criação de condições estruturantes que permitam atingir o objectivo fundamental de melhorar as condições de prestação do trabalho, de modo a reduzir ao máximo, a sinistralidade laboral e as doenças profissional, o que envolve trabalhar as atitudes, os comportamentos, a mudança de mentalidades, a formação geracional e a consciencialização de todos os intervenientes no processo laboral».
O Governo Regional sempre teve a preocupação de criar «serviços e estruturas regionais nas várias áreas de intervenção e desenvolvido um vasto conjunto de acções e iniciativas em sintonia com os demais órgãos nacionais e comunitários».
Ainda recentemente, foi aprovada a Estratégia Regional para a Segurança e a Saúde no Trabalho, para o período de 2008 a 2011, com sete objectivos fundamentais, sendo um deles a promoçãod a inclusão, no sistema de educação e investigação, a nível regional, de abordagens no âmbito da segurança e saúde no trabalho».
Ao nível dos grandes sectores de actividade, é a construção civil que regista o maior número de ocorrências, ao concentrar mais de um terço dos acidentes. Todavia, conforme sublinhou também Brazão de Castro, em 2006, houve menos 7 por cento face a 2000.
Fonte: JM
