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Jan 25

LICENCIADOS NUMA ÁREA A TRABALHAR NOUTRA

O desejo da maior parte dos recém-licenciados é o de encontrar rapidamente trabalho na área em que receberam formação. Contudo, num mercado de trabalho concorrencial e onde algumas profissões são difíceis de alcançar, a procura de oportunidades noutros sectores é um caminho que acaba por ser seguido por alguns destes jovens, conseguindo mesmo obter satisfação pessoal.

Márcio Alves tem 28 anos e o curso de Gestão Turística, Cultural e Patrimonial, pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego, do Instituto Politécnico de Viseu.

O facto de o curso estar ligado à componente turística, o principal motor da economia da Região, pesou na decisão na altura das candidaturas ao ensino superior. Porém, a realidade que encontrou depois na Madeira foi bem diferente. “Pensei sempre que, como era na área de turismo, ia chegar cá e ia ser tudo muito fácil. Estava completamente enganado. Não consegui na área e apercebi-me que nesta área, mesmo sendo licenciado, só se fosse a começar por recepcionista e a trabalhar por turnos.” Um panorama que não agradou a Márcio Alves, lamentando também a pouca aposta das unidades turísticas na componente da animação.

Apesar de não ter consegui emprego nesta área não ficou sem trabalho. “Estive três meses como assistente administrativo numa empresa de produtos de limpeza e para automóveis. Passados esses três meses apareceu-me a oportunidades para trabalhar para um agente de uma empresa de telecomunicações móveis. Estive seis meses como comercial, depois passei para coordenador.”

Embora lhe tivesse sido dada a possibilidade de continuar nesta última empresa, optou por não fazê-lo, uma vez que se encontrava a recibos verdes. Encontrou trabalho numa empresa de construção civil na área da qualidade, mas, uma vez mais, a oferta para continuar era como trabalhador independente e, decidiu novamente pela saída.

Márcio Alves ficou em casa cerca de um mês, a receber subsídio de desemprego, tendo surgido uma nova oportunidade para as mesmas funções, mas desta vez numa empresa do ramo alimentar. Ali permaneceu durante um ano e meio, mas ainda antes de acabar o contrato apareceu a vaga de técnico comercial de carga aérea da TAP. É nestas funções que se mantém e que tenciona progredir na carreira.

Com o trabalho perto de casa, uma vez que mora em Santa Cruz e com uma situação estável na empresa, Márcio Alves diz gostar daquilo que faz. Ainda assim, alimenta o desejo de um dia fundar a sua própria empresa na área de animação turística, mas como complemento ao actual trabalho. Na turma de Márcio Alves, havia mais uma madeirense. Também ela teve dificuldades em encontrar trabalho na área turística na Região, pelo que acabou por emigrar para a Inglaterra, onde trabalha como recepcionista de um hotel, não tendo igualmente ainda conseguido um emprego mais adequado para a formação que recebeu.

A emigração acaba, de resto, por ser uma alternativa cada vez mais viável para muitos jovens recém-licenciados ou para outros que, não tendo formação superior, procuram melhores condições no estrangeiro.

Filipa Loja, agora com 40 anos, sonhava ser bióloga ou seguir uma carreira ligada à medicina de investigação. “A minha alma é de cientista”, disse. Contudo, afirma ter-se baralhado na fase da adolescência, talvez por falta de orientação, e acabou por ingressar o ensino superior através do curso de Relações Internacionais, embora o espírito de missionária a tivesse levado a mudar para Ciências do Desenvolvimento e da Cooperação, o que lhe proporcionava a vertente da ajuda humanitária. “Depois, por conta do destino, eu e o meu marido viemos para cá e aqui na Madeira esse curso não tem grande aplicação.”

Não tendo obtido o trabalho que desejava, Filipa não ficou parada. “Fui trabalhando, mas nunca nada que me agarrasse de forma substancial.” Pelo meio, fez um curso de jornalismo e, quando ficou grávida do primeiro filho, decidiu fazer um outro curso para aprender a ensinar a fazer massagens a bebés. “Comecei a ver aí uma luz que me interessava e é nisso que eu estou agora a trabalhar e que espero trabalhar com maior intensidade agora.” Entretanto, foi adquirindo experiência e maior formação nesta área em Portugal e no exterior do país. Filipa Loja não só ensina as mães a aplicarem massagens nos filhos como o faz ao domicílio.

Tendo encontrado um trabalho que lhe traz satisfação pessoal e motivação para continuar, Filipa Loja não pôs de lado o sonho de integrar uma missão humanitária, sublinhando que as duas coisas não são incompatíveis. Além disso, não fecha também a porta a novas oportunidades dentro da sua formação na Madeira, conciliando sempre com as massagens para bebés.

O Instituto de emprego da Madeira (IEM) não tem dados sobre o número de licenciados que encontram oportunidades em ramos diferentes daqueles em que obtiveram a formação superior. “Quando eles nos comunicam que arranjaram trabalho, não têm que nos informar onde e, sendo assim, não sabemos se conseguiram um emprego na área deles ou não”, afirma Sidónio Fernandes, presidente do IEM. Porém, sublinha que alguns dos inscritos manifestam essa vontade junto dos técnicos de analisar outras propostas.

749 licenciados no desemprego

Em Dezembro do ano passado, 749 licenciados estavam inscritos no IEM, representando 5,5 no universo dos pedidos de emprego (13.718). Em Novembro de 2009, representavam 5,7% e, em Dezembro de 2008, 6,8%, pelo que o ‘peso’ dos licenciados nos desempregados inscritos no IEM tem vindo a diminuir.

No final do mês passado, 240 licenciados inscritos tinham idade inferior a 25 anos e 509 idade igual ou superior. 528 encontravam-se inscritos há menos de um ano, enquanto 221 encontravam-se no desemprego há mais tempo.

De acordo com os dados do IEM, em 2009 obtiveram emprego 451 licenciados. Assim, em média, estiveram 287 dias inscritos. No entanto, Sidónio Fernandes lembra que este número é muito variável, pois depende dos cursos e de outros factores.

Oportunidades podem estar fora da região

Como cidadãos de uma Europa assente na mobilidade de pessoas e bens, a procura de oportunidades noutros países constitui uma alternativa, não só para o trabalho não qualificado, como também, e sobretudo agora, para quem tem formação superior.

Numa semana em que foi denunciada a falta de trabalho para os enfermeiros recém formados, ficou também o alerta de um leitor do DIÁRIO para o facto de esta ser uma profissão em carência nalguns países da Europa, em particular na Holanda.

Esequiel Baptista, natural do Funchal, reside nos subúrbios de Amesterdão, para onde emigrou no início da década de 70.

Este madeirense fez o secundário nos Salesianos, continuando estudos na Holanda. Tirou o curso de assistente médico-clinica geral numa escola superior em Leiden-Leidse Onderwijs Instelling, tendo depois obtido um diploma de especialista em imobilização/mobilização de doentes.

Apenas um ano após se ter fixado nos países baixos, Esequiel Baptista conseguiu arranjar trabalho na Universidade de Amesterdão-Academisch Medisch Centrum, onde ainda continua. Ali, sublinha, a procura de pessoal de enfermagem é imensa. “Na universidade onde trabalho já chegaram os primeiros portugueses e, segundo me informaram, estão satisfeitos com as condições sociais e salariais.”

Contudo, apesar das facilidades oferecidas em determinadas áreas noutros países, a decisão de emigrar nem sempre se faz de ânimo leve.

 

Fonte: DN
  • Janeiro 25, 2010
  • Élio Pereira
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