Os trabalhadores do Madeira Palácio vão esperar até ao dia 2 de Junho por uma resposta da administração do hotel.
Após uma reunião realizada ontem na sede do Sindicato de Hotelaria, Leonel Nunes afirmou que “não é possível continuar a esperar” e “a confiar em novas promessas”, garantindo que serão tomadas medidas mais drásticas se nada for decidido até ao fim do novo prazo.
Segundo o dirigente do Sindicato de Hotelaria da Madeira, em causa estão os postos de trabalho de cerca de 150 trabalhadores, os quais “estão a chegar ao limite das suas forças”. Perante este cenário, Leonel Nunes disse estranhar o “silêncio” do Governo Regional, adiantando que até hoje seria enviado um pedido de reunião com os responsáveis pela tutela do emprego. “Queremos saber o que é que o Governo Regional pensa em relação ao futuro dos trabalhadores do Madeira Palácio e à situação também daquele empreendimento, o qual não poderá ser mais um elefante branco que fique para ali o resto da vida”.
Desde 2006 que os trabalhadores estão em casa, embora recebam o subsídio de desemprego enquanto a situação não é resolvida. De referir que as obras no hotel pararam devido a problemas de financiamento, os quais dependem da formalização de um acordo entre o BCP, a empresa ConcretoPlano e o Grupo Fibeira.
