O líder madeirense respondeu assim ao apelo formulado anteontem pelo Sindicato dos Jornalistas, para que os actores sociais, políticos e económicos da Região manifestassem «contra esta opção errada da empresa». O SJ considerou que não se justifica o despedimento colectivo iniciado pela empresa a 30 de Julho, abrangendo uma dezena de jornalistas e outros três trabalhadores.
Segundo Alberto João Jardim, respondendo ao apelo do SJ e mantendo as distâncias em relação a alguns dos jornalistas despedidos «quero dizer que o que está a suceder no Diário de Notícias da Madeira é exclusivamente por culpa da má administração e da orientação editorial».
Tal como sublinhou «os proprietários têm de perceber que houve ali uma má administração e que o Diário de Notícias está entregue a um indivíduo que apoiado numa célula do PCP, transformaram o que era um diário lido e prestigiado num autêntico planfeto político que de dia para dia está em decadência».
Fonte: JM
Segundo Alberto João Jardim, respondendo ao apelo do SJ e mantendo as distâncias em relação a alguns dos jornalistas despedidos «quero dizer que o que está a suceder no Diário de Notícias da Madeira é exclusivamente por culpa da má administração e da orientação editorial».
Tal como sublinhou «os proprietários têm de perceber que houve ali uma má administração e que o Diário de Notícias está entregue a um indivíduo que apoiado numa célula do PCP, transformaram o que era um diário lido e prestigiado num autêntico planfeto político que de dia para dia está em decadência».
Fonte: JM
