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Dez 15

SUBSÍDIO DE NATAL UTILIZADO PARA PAGAR DÍVIDAS

Não há volta a dar. Os madeirenses têm menos dinheiro disponível para fazer compras de Natal e isso nada tem a ver com uma quebra do seu rendimento. Numa altura em que o orçamento familiar cresce 100%, dobrando o valor em notas que as famílias têm disponíveis para gastar, a verdade é que esse acréscimo não será utilizado para assegurar novas aquisições ou até a melhoria das condições de vida dos madeirenses.

De acordo com os estudos conhecidos, bem como pela auscultação que a reportagem do DIÁRIO fez junto dos clientes de um dos centros comerciais da Região, o subsídio de Natal vai servir, sobretudo, para pagar dívidas.

Para muitas outras famílias a decisão é difícil. Corresponder às expectativas das crianças, cumprir a etiqueta social e familiar é uma obrigação que é responsável por compras no valor de um subsídio de Natal. E nesta época os encargos com a alimentação ajudam que o ‘décimo terceiro mês’ acabe por ser para gastos com o consumo.

Este ano a situação parece diferente. Miguel e Joana Freitas receberam 2.100 euros de subsídio de Natal mas têm de abater mais de 800 euros de dívida dos cartões de crédito que recorrem em momento de aflição.

“Vamos usar o dinheiro para baixar os nossos níveis de endividamento. Temos o condomínio, o seguro do carro e ainda um restinho do dinheiro das férias para pagar”, explica Miguel Freitas.

Com rendimentos superiores, Francisco e Mafalda Mendonça vão aproveitar os 2.600 euros de remuneração extra para reduzir a dívida que têm no banco por conta da compra da casa. “Vamos tentar fazer as compras com os nossos ordenados e usar esse dinheiro para amortizar a dívida e com isso reduzir o montante que temos de pagar todos os meses ao banco”, justifica Mafalda Mendonça.

Ainda que tenha recebido 1.000 euros a mais nesta altura, Teresa Fernandes admite que já não tem esse dinheiro. “O banco descontou-me os cartões e eu tinha em atraso duas prestações da casa”.

Sem subsídio Natal, esta administrativa vai recorrer ao cartão de crédito para fazer as compras de Natal. “Conto gastar um pouco mais de 400 euros. Este ano vai ser menos, pois não há dinheiro”, lamenta-se.

Ainda que estivesse a ver montras, Fátima Sousa não fez qualquer compra. “Todo o dinheiro do subsídio de Natal foi para dar ao banco. Só devemos 5.000 euros, pelo que queremos pagar o mais depressa que pudermos”.

Para esta empregada de balcão, só os filhos é que vão ter direito a prenda. Por isso não conta gastar mais de 200 euros, dinheiro que representa 35% do que ganha num mês.

Os madeirenses, tal como os demais portugueses, gastam demais e gastam mal. Porque há a ideia de que o subsídio de Natal serve para pagar as prendas da época, quando na verdade serve para pagar as despesas com cartões de crédito que já estavam no limite desde o subsídio de férias. Um cartão de crédito com 24% ou 25% de juros é quase tanto como pagar uma casa. O que se passa é que as pessoas vão ao supermercado comprar os produtos mais baratos, mas depois usam o cartão de crédito para os pagar. O problema é que não têm presente que cada cartão de crédito tem, em média, 30 despesas escondidas, ou seja, que estão escritas nas letras pequenas dos contratos que ninguém lê.

Disso se queixa Rosa Pestana. Trabalha no governo e o banco deu-lhe um cartão de crédito, sem que ela pedisse. Quando não tinha dinheiro usava o cartão. Quase sem dar por isso “tiraram-me num mês 20% do meu ordenado. Fiquei aflita, não consegui pagar a casa durante dois meses e agora não há compras de Natal. O subsídio vai para o banco”.

Fonte: DN
  • Dezembro 15, 2008
  • Élio Pereira
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