O Programa Europeu “Juventude em Acção” tem registado, este ano, um aumento da procura por parte dos jovens madeirenses, relativamente ao ano passado.
Este foi o tema escolhido para o Conselho de Juventude da Madeira, que se reuniu, ontem, no auditório da Pousada da Juventude no Funchal.
A temática vem na sequência do Conselho de Juventude anterior que foi dedicado ao Programa Eurodisseia.
O secretário regional dos Recursos Humanos, que presidiu à reunião, salientou a importância do programa dado que “constitui um recurso com uma potencialidade excepcional, ao serviço dos jovens e das associações juvenis”.
O “Juventude em Acção”, que está em vigor até 2013, tem como prioridades a participação activa dos jovens, a consciencialização da cidadania europeia, a diversidade cultural, a inclusão de jovens com menos oportunidades e o fomento da cooperação europeia no domínio da juventude.
Tendo em conta esta abrangência, Brazão de Castro garantiu que “a aposta neste programa é essencial”, cuja intervenção acontece em áreas como a cultura, o serviço social, a protecção civil, o ambiente, a cooperação, a democracia, o desenvolvimento rural/urbano, a saúde, entre outras.
Segundo adiantou Jorge Carvalho, presidente da Direcção Regional de Juventude, este ano o programa já superou o que foi alcançado no ano passado. Em 2008, foram apresentadas e aprovadas nove candidaturas a projectos, envolvendo centenas de jovens.
Neste âmbito, oito jovens madeirenses tiveram, também, oportunidade de realizar cursos de formação internacional em países como a Turquia, Eslovénia, Guiana Francesa, França, entre outros. O montante dispendido foi de 92 mil euros.
Já este ano, até 1 de Fevereiro foram apresentadas sete candidaturas a projectos sendo que um jovem se encontra a realizar um curso de formação em Itália. O apoio, a este nível, ascende a 81 mil euros.
Na oportunidade, duas jovens foram convidadas a dar o seu testemunho acerca das experiências tidas em diversos países e dos projectos desenvolvidos, que lhes permitiu alargar os horizontes e dotar de novas ferramentas de trabalho.
Desta forma, tornaram-se jovens mais activas e participativas sendo capazes de desenvolver projectos na Madeira, a diversos níveis.
Fonte: JM
Este foi o tema escolhido para o Conselho de Juventude da Madeira, que se reuniu, ontem, no auditório da Pousada da Juventude no Funchal.
A temática vem na sequência do Conselho de Juventude anterior que foi dedicado ao Programa Eurodisseia.
O secretário regional dos Recursos Humanos, que presidiu à reunião, salientou a importância do programa dado que “constitui um recurso com uma potencialidade excepcional, ao serviço dos jovens e das associações juvenis”.
O “Juventude em Acção”, que está em vigor até 2013, tem como prioridades a participação activa dos jovens, a consciencialização da cidadania europeia, a diversidade cultural, a inclusão de jovens com menos oportunidades e o fomento da cooperação europeia no domínio da juventude.
Tendo em conta esta abrangência, Brazão de Castro garantiu que “a aposta neste programa é essencial”, cuja intervenção acontece em áreas como a cultura, o serviço social, a protecção civil, o ambiente, a cooperação, a democracia, o desenvolvimento rural/urbano, a saúde, entre outras.
Segundo adiantou Jorge Carvalho, presidente da Direcção Regional de Juventude, este ano o programa já superou o que foi alcançado no ano passado. Em 2008, foram apresentadas e aprovadas nove candidaturas a projectos, envolvendo centenas de jovens.
Neste âmbito, oito jovens madeirenses tiveram, também, oportunidade de realizar cursos de formação internacional em países como a Turquia, Eslovénia, Guiana Francesa, França, entre outros. O montante dispendido foi de 92 mil euros.
Já este ano, até 1 de Fevereiro foram apresentadas sete candidaturas a projectos sendo que um jovem se encontra a realizar um curso de formação em Itália. O apoio, a este nível, ascende a 81 mil euros.
Na oportunidade, duas jovens foram convidadas a dar o seu testemunho acerca das experiências tidas em diversos países e dos projectos desenvolvidos, que lhes permitiu alargar os horizontes e dotar de novas ferramentas de trabalho.
Desta forma, tornaram-se jovens mais activas e participativas sendo capazes de desenvolver projectos na Madeira, a diversos níveis.
Fonte: JM
