O secretário regional dos Recursos Humanos, Brazão de Castro, visitou ontem a Empresa de Inserção Espaço R, promovida pela Associação Vida Atlântico.
Trata-se de um empresa que tem por principal actividade a edição, publicação, comercialização e distribuição da revista Rugas e de outras publicações periódicas e não periódicas, nomeadamente monografias e obras literárias, e que tem, neste momento, em processo de formação cinco pessoas desemrpegadas.
Após a presidente da Associação, Ana Rodrigues Santos, destacar a importância de “inserir” os cidadãos desempregados e de acentuar ser a publicação da revista Rugas “um primeiro passo para outros projectos”, o director da revista, Paulo Santos, realçou também a importância de criar cinco postos de trabalho e o facto da empresa de inserção “partir do zero”, o que, disse, “foi bastante difícil”.
Depois dos cinco formandos terem recebido os certificados de formação, o secretário regional dos Recursos Humanos realçou que a “economia social surge como um instrumento de combate à exclusão social e uma verdadeira alternativa, na medida em que pode mostrar novas formas de organizar a sociedade, tendo por fim eliminar as desigualdades e tornar a sociedade mais justa e com maior coesão social”.
Brazão de Castro acentuou que a economia social “é apontada como um sector com capacidade para o desenvolvimento do emprego e capaz de ajudar a corrigir desigualdades sociais”, realçando que “é nesse sentido que a política regional de emprego tem efectuado um esforço institucional, técnico e financeiro, em concretizar medidas activas em prol de um maior desenvolvimento da economia social, consubstanciando-se, por exemplo, nas Empresas de Inserção, que surgem como potenciadoras do combate à exclusão e ao desemprego”.
Salientando o exemplo da empresa de inserção Espaço R, o secretário regional dos Recursos Humanos referiu que um dos objectivos desta empresa “é proporcionar a aquisição de competências pessoais, sociais e profissionais a 5 pessoas desempregadas de longa duração, às quais foi ministrada uma formação durante 5 meses”, acrescentando que a fase de profissionalização prolonga-se até Janeiro de 2011 e que “seguir-se-ão outros ciclos, de aproximadamente 2 anos e meio cada, formando, ao fim de sete anos, 15 pessoas aptas a integrar o mercado de trabalho”.
Brazão de Castro destacou ainda que a Secretaria Regional dos Recursos Humanso, através do Instituto Regional de Emprego, aprovou esta iniciativa da Associação Vida Atlântico concedendo apoio técnico e financeiro durante os anos que esta empresa terá de manter a sua actividade.
Fonte: JM
Trata-se de um empresa que tem por principal actividade a edição, publicação, comercialização e distribuição da revista Rugas e de outras publicações periódicas e não periódicas, nomeadamente monografias e obras literárias, e que tem, neste momento, em processo de formação cinco pessoas desemrpegadas.
Após a presidente da Associação, Ana Rodrigues Santos, destacar a importância de “inserir” os cidadãos desempregados e de acentuar ser a publicação da revista Rugas “um primeiro passo para outros projectos”, o director da revista, Paulo Santos, realçou também a importância de criar cinco postos de trabalho e o facto da empresa de inserção “partir do zero”, o que, disse, “foi bastante difícil”.
Depois dos cinco formandos terem recebido os certificados de formação, o secretário regional dos Recursos Humanos realçou que a “economia social surge como um instrumento de combate à exclusão social e uma verdadeira alternativa, na medida em que pode mostrar novas formas de organizar a sociedade, tendo por fim eliminar as desigualdades e tornar a sociedade mais justa e com maior coesão social”.
Brazão de Castro acentuou que a economia social “é apontada como um sector com capacidade para o desenvolvimento do emprego e capaz de ajudar a corrigir desigualdades sociais”, realçando que “é nesse sentido que a política regional de emprego tem efectuado um esforço institucional, técnico e financeiro, em concretizar medidas activas em prol de um maior desenvolvimento da economia social, consubstanciando-se, por exemplo, nas Empresas de Inserção, que surgem como potenciadoras do combate à exclusão e ao desemprego”.
Salientando o exemplo da empresa de inserção Espaço R, o secretário regional dos Recursos Humanos referiu que um dos objectivos desta empresa “é proporcionar a aquisição de competências pessoais, sociais e profissionais a 5 pessoas desempregadas de longa duração, às quais foi ministrada uma formação durante 5 meses”, acrescentando que a fase de profissionalização prolonga-se até Janeiro de 2011 e que “seguir-se-ão outros ciclos, de aproximadamente 2 anos e meio cada, formando, ao fim de sete anos, 15 pessoas aptas a integrar o mercado de trabalho”.
Brazão de Castro destacou ainda que a Secretaria Regional dos Recursos Humanso, através do Instituto Regional de Emprego, aprovou esta iniciativa da Associação Vida Atlântico concedendo apoio técnico e financeiro durante os anos que esta empresa terá de manter a sua actividade.
Fonte: JM
