O Sindicato da Hotelaria da Madeira promoveu, ontem, um plenário geral de trabalhadores do sector para analisar a proposta da ACIF a vigorar para aquele sector, durante este ano.
A ACIF apresenta 0.5% para aumento salarial, o sindicato exige 5.5% tendo em conta o aumento do custo de vida, entre outras situações.
Adolfo Freitas, porta-voz da reunião lamentou que esta proposta tenha sido apresentada “já com uma intenção de caducidade, com má fé”.
Outras claúsulas de expressão pecuniária foram criticadas, como sejam os feriados, em que a ACIF deixa de pagar, ficando ao critério da entidade patronal um dia de descanso compensatório ou pagar um dia a 100%, mesmo assim já retirando 50% do que está no contrato, salvo o Dia de Natal que seria pago a 250%.
Existem alterações no horário de trabalho e do descanso semanal, sendo que a proposta da ACIF é de que a empresa altere, sempre que necessário. Adolfo Freitas sublinha que esta proposta alteraria por completo a vida dos trabalhadores e desregulamentaria por completo a sua actividade.
O plenário foi unânime em não aceitar qualquer cláusula que retire os direitos dos trabalhadores, muito menos aceitar a claúsula que implica a transferência dos mesmos.
Fonte: JM
A ACIF apresenta 0.5% para aumento salarial, o sindicato exige 5.5% tendo em conta o aumento do custo de vida, entre outras situações.
Adolfo Freitas, porta-voz da reunião lamentou que esta proposta tenha sido apresentada “já com uma intenção de caducidade, com má fé”.
Outras claúsulas de expressão pecuniária foram criticadas, como sejam os feriados, em que a ACIF deixa de pagar, ficando ao critério da entidade patronal um dia de descanso compensatório ou pagar um dia a 100%, mesmo assim já retirando 50% do que está no contrato, salvo o Dia de Natal que seria pago a 250%.
Existem alterações no horário de trabalho e do descanso semanal, sendo que a proposta da ACIF é de que a empresa altere, sempre que necessário. Adolfo Freitas sublinha que esta proposta alteraria por completo a vida dos trabalhadores e desregulamentaria por completo a sua actividade.
O plenário foi unânime em não aceitar qualquer cláusula que retire os direitos dos trabalhadores, muito menos aceitar a claúsula que implica a transferência dos mesmos.
Fonte: JM
