O secretário regional dos Recursos Humanos, em comunicado enviado à nossa redacção, começa por salientar que «o Bloco de Esquerda através do seu dirigente na Madeira, Roberto Almada, procura ressuscitar através de posição publicada na comunicação social, o processo do cartaz que o seu partido afixou em Agosto de 2008, sobre os números do desemprego na Madeira».
«O Bloco de Esquerda pretende estabelecer um paralelo entre a sua iniciativa política do ano passado com recentes tomadas de posição do Partido Social Democrata relativamente ao Primeiro Ministro José Sócrates. Trata-se de comparar o incomparável», disse.
O comentário adianta ainda: «O Bloco de Esquerda utilizou no seu cartaz a imagem do Secretário Regional dos Recursos Humanos, apresentando-o perante a população como alguém que teria mentido sobre os números do desemprego na Região. Os números a que recorreu são os divulgados pelo Instituto Regional de Emprego, fonte aliás sempre utilizada pelo Secretário Regional dos Recursos Humanos conjuntamente com os do Instituto Nacional de Estatística. Não há, porém, qualquer declaração do Secretário Regional dos Recursos Humanos relativa ao período referido pelo Bloco de Esquerda no cartaz».
«A Secretaria Regional dos Recursos Humanos tem contactos regulares com a comunicação social, para apresentar os números do desemprego na Região. Poucos dias antes da iniciativa do Bloco de Esquerda, foi então dito em conferência de imprensa – “o desemprego na Madeira sofreu um acréscimo nos últimos anos, mas tem dado sinais de estabilização e de alguma diminuição”. Destacava-se, na altura, a diminuição do número de desempregados inscritos no IRE – Instituto Regional de Emprego (menos 591 em relação a Janeiro de 2008) e o facto do INE – Instituto Nacional de Estatística, apresentar a Madeira como a região do país onde o desemprego mais tinha diminuído no primeiro trimestre de 2008», historia.
Segundo Brazão de Castro, «o Bloco de Esquerda reagiu recorrendo à ofensa da honra daqueles que têm no exercício da vida pública uma constante preocupação de transparência e de verdade, como se demonstrou»-
«Dou ainda por reproduzido tudo o que consta do processo oportunamente entreposto contra o Bloco de Esquerda. Afinal a verdade vem sempre ao de cima! A minha pergunta ao Bloco de Esquerda hoje, como ontem, é: qual é a minha afirmação que não corresponde à verdade? Ou, se preferir, indique quando e onde proferi afirmações falsas», conclui a nota.
Fonte: JM
«O Bloco de Esquerda pretende estabelecer um paralelo entre a sua iniciativa política do ano passado com recentes tomadas de posição do Partido Social Democrata relativamente ao Primeiro Ministro José Sócrates. Trata-se de comparar o incomparável», disse.
O comentário adianta ainda: «O Bloco de Esquerda utilizou no seu cartaz a imagem do Secretário Regional dos Recursos Humanos, apresentando-o perante a população como alguém que teria mentido sobre os números do desemprego na Região. Os números a que recorreu são os divulgados pelo Instituto Regional de Emprego, fonte aliás sempre utilizada pelo Secretário Regional dos Recursos Humanos conjuntamente com os do Instituto Nacional de Estatística. Não há, porém, qualquer declaração do Secretário Regional dos Recursos Humanos relativa ao período referido pelo Bloco de Esquerda no cartaz».
«A Secretaria Regional dos Recursos Humanos tem contactos regulares com a comunicação social, para apresentar os números do desemprego na Região. Poucos dias antes da iniciativa do Bloco de Esquerda, foi então dito em conferência de imprensa – “o desemprego na Madeira sofreu um acréscimo nos últimos anos, mas tem dado sinais de estabilização e de alguma diminuição”. Destacava-se, na altura, a diminuição do número de desempregados inscritos no IRE – Instituto Regional de Emprego (menos 591 em relação a Janeiro de 2008) e o facto do INE – Instituto Nacional de Estatística, apresentar a Madeira como a região do país onde o desemprego mais tinha diminuído no primeiro trimestre de 2008», historia.
Segundo Brazão de Castro, «o Bloco de Esquerda reagiu recorrendo à ofensa da honra daqueles que têm no exercício da vida pública uma constante preocupação de transparência e de verdade, como se demonstrou»-
«Dou ainda por reproduzido tudo o que consta do processo oportunamente entreposto contra o Bloco de Esquerda. Afinal a verdade vem sempre ao de cima! A minha pergunta ao Bloco de Esquerda hoje, como ontem, é: qual é a minha afirmação que não corresponde à verdade? Ou, se preferir, indique quando e onde proferi afirmações falsas», conclui a nota.
Fonte: JM
