Um dos grandes objectivos do Plano de Emergência Contra Incêndios do Hospital Central do Funchal é dotar todos os funcionários de formação, a este nível.
Todos os anos é feita uma sensibilização. Paralelamente, as pessoas que iniciam a sua actividade no hospital, no período de integração, também têm formação sendo uma das vertentes, o risco de incêndios.
Segundo explicou o enf.º Laurindo Pestana, Gestor do Risco Não Clínico do HCF, existe também um grupo que, em colaboração com os Bombeiros Municipais do Funchal é responsável pela formação mais prática, nomeadamente, na utilização dos extintores.
As acções de formação já abrangeram 250 pessoas. Este ano, está previsto alargar a formação a mais 150 pessoas. A primeira sessão deverá ter início no próximo mês.
De acordo com este profissional de Saúde, “o ideal seria que todas as pessoas que trabalhassem cá dentro tivessem essa formação e soubessem usar um exterior”.
Contudo reitera que “é muito difícil estar a fazer formação para todas as pessoas, isso tem custos e é preciso que haja disponibilidade por parte dos Bombeiros Municipais”, salientou.
A formação dada pelo HCF é contínua, por forma a abranger todos os funcionários. Normalmente, participam cinco pessoas de cada serviço. Cada sessão prática abrange 12 pessoas.
Uma das prioridades recai sobre a equipa de segurança do HCF, que deve ser uma das primeiras a estar a par do assunto. Existe, também, um número de telefone interno para este tipo de situações.
Fonte: JM
Todos os anos é feita uma sensibilização. Paralelamente, as pessoas que iniciam a sua actividade no hospital, no período de integração, também têm formação sendo uma das vertentes, o risco de incêndios.
Segundo explicou o enf.º Laurindo Pestana, Gestor do Risco Não Clínico do HCF, existe também um grupo que, em colaboração com os Bombeiros Municipais do Funchal é responsável pela formação mais prática, nomeadamente, na utilização dos extintores.
As acções de formação já abrangeram 250 pessoas. Este ano, está previsto alargar a formação a mais 150 pessoas. A primeira sessão deverá ter início no próximo mês.
De acordo com este profissional de Saúde, “o ideal seria que todas as pessoas que trabalhassem cá dentro tivessem essa formação e soubessem usar um exterior”.
Contudo reitera que “é muito difícil estar a fazer formação para todas as pessoas, isso tem custos e é preciso que haja disponibilidade por parte dos Bombeiros Municipais”, salientou.
A formação dada pelo HCF é contínua, por forma a abranger todos os funcionários. Normalmente, participam cinco pessoas de cada serviço. Cada sessão prática abrange 12 pessoas.
Uma das prioridades recai sobre a equipa de segurança do HCF, que deve ser uma das primeiras a estar a par do assunto. Existe, também, um número de telefone interno para este tipo de situações.
Fonte: JM
