As empresas de trabalho temporário estão a ser “fortemente” penalizadas pela crise, o que deverá levar a uma reestruturação do mercado durante este ano, disse à Lusa o provedor Vitalino Canas.
“Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão mesmo desaparecer”, afirmou o provedor do trabalho temporário, que hoje apresenta o primeiro relatório de actividade.
Segundo Vitalino Canas, antes mesmo da crise, esta reestruturação já se estava a fazer, com a fusão entre a Randstad e a Vedior a ser “um sinal disso mesmo”. “Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão desaparecer”, considerou.
Para Vitalino Canas, as empresas mais pequenas estão também a sofrer com “alguma concorrência desleal” entre as empresas que cumprem as suas obrigações fiscais e da segurança social e outras que não o fazem.
De acordo com o provedor, “há muitas que não estão devidamente licenciadas” pelo IEFP e fazem contratos ocasionais com os trabalhadores, desaparecendo logo que se sentem ameaçadas por qualquer fiscalização. De acordo com a informação publicada no ‘site’ do Instituto de Emprego e Formação Profissional, actualmente existem 243 empresas de trabalho temporário licenciadas, a sua maioria (165) concentradas na região de Lisboa e Vale do Tejo.
O Provedor do Trabalho Temporário foi criado em Julho de 2007.
Fonte: JM
“Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão mesmo desaparecer”, afirmou o provedor do trabalho temporário, que hoje apresenta o primeiro relatório de actividade.
Segundo Vitalino Canas, antes mesmo da crise, esta reestruturação já se estava a fazer, com a fusão entre a Randstad e a Vedior a ser “um sinal disso mesmo”. “Admito que esta crise vá provocar alguma reestruturação ao nível das empresas mais pequenas que estão no mercado português. Muitas delas poderão desaparecer”, considerou.
Para Vitalino Canas, as empresas mais pequenas estão também a sofrer com “alguma concorrência desleal” entre as empresas que cumprem as suas obrigações fiscais e da segurança social e outras que não o fazem.
De acordo com o provedor, “há muitas que não estão devidamente licenciadas” pelo IEFP e fazem contratos ocasionais com os trabalhadores, desaparecendo logo que se sentem ameaçadas por qualquer fiscalização. De acordo com a informação publicada no ‘site’ do Instituto de Emprego e Formação Profissional, actualmente existem 243 empresas de trabalho temporário licenciadas, a sua maioria (165) concentradas na região de Lisboa e Vale do Tejo.
O Provedor do Trabalho Temporário foi criado em Julho de 2007.
Fonte: JM
