Decorreu, ontem, uma acção de informação junto dos empresários do concelho de Santana com o intuito de explicar os diversos sistemas de incentivos na área comercial e industrial.
A iniciativa foi da Associação Comercial de Industrial do Norte da Madeira (ACINM) e contou com a presença de Jorge Faria, do Instituto de Desenvolvimento Empresarial da RAM (IDERAM), que destacou as diversas amplitudes dos sistemas de incentivos nesta época de dificuldades internacionais.
Perante pouco mais de duas dezenas de comerciantes, o presidente do IDERAM começou por frisar que existe uma panóplia de incentivos ao sistema produtivo, daí esta acção servir para os empresários «perceberem as diferentes tipologias, os diferentes sectores que podem ter apoios». Face à crise internacional, a União Europeia permitiu a «reformulação e alguns ajustes no sistema de incentivos para fazer face às dificuldades, de forma que os empresários tenham algumas facilidades no acesso aos incentivos, por exemplo, a autonomia financeira será mais baixa, a afectação da amplitude será menor com primazia à manutenção dos postos de trabalho».
Jorge Faria afirmou que estão a estudar a possibilidade de fazer outras medidas de apoio com redução na burocracia, no entanto, a regulamentação «não permite grandes alterações, pois existem barreiras muito rígidas que são difíceis de ultrapassar e que depois também dificultariam a fase da certificação». O responsável pelo IDERAM destacou que a ideia é facilitar o apoio às empresas de forma a «potenciar e alavancar as empresas para viabilizar os seus investimentos».
O presidente do IDERAM apresentou os diferentes apoios que existem para os vários ramos da actividade económica face às perspectivas que se avizinham. Nos últimos anos os sectores do comércio e do turismo têm tido uma procura muito forte.
Por seu turno, Carlos Pereira, edil de Santana, começou por referir que «se calhar este será o último pacote de incentivos. Era bom que os empresários os aproveitassem». Falando para os empresários locais, o presidente da Câmara Municipal de Santana (CMS) destacou que «cada empresário tem de lutar por si, pelo seu projecto, pelo seu negócio». Muitas vezes «é necessário dar o primeiro passo senão pode estar a hipotecar o seu futuro e a sua empresa».
Por sua vez, Marcos Rosa, presidente da ACINM, começou por explicar os pressupostos da criação desta associação criada em 2007 para colmatar algumas lacunas no associativismo do norte da Madeira e melhorar o dinamismo e a inovação dos empresários do norte madeirense.
Para esse propósito, está em marcha um projecto “mais Norte”, que visa formar os empresários nas diversas áreas desde a gestão financeira e contabilidade, código do trabalho, gestão de recursos humanos, até ao “marketing” turístico, “marketing” de valorização territorial e gestão da qualidade, passado pela educação ambiental e pelo atendimento ao cliente.
Fonte: JM
A iniciativa foi da Associação Comercial de Industrial do Norte da Madeira (ACINM) e contou com a presença de Jorge Faria, do Instituto de Desenvolvimento Empresarial da RAM (IDERAM), que destacou as diversas amplitudes dos sistemas de incentivos nesta época de dificuldades internacionais.
Perante pouco mais de duas dezenas de comerciantes, o presidente do IDERAM começou por frisar que existe uma panóplia de incentivos ao sistema produtivo, daí esta acção servir para os empresários «perceberem as diferentes tipologias, os diferentes sectores que podem ter apoios». Face à crise internacional, a União Europeia permitiu a «reformulação e alguns ajustes no sistema de incentivos para fazer face às dificuldades, de forma que os empresários tenham algumas facilidades no acesso aos incentivos, por exemplo, a autonomia financeira será mais baixa, a afectação da amplitude será menor com primazia à manutenção dos postos de trabalho».
Jorge Faria afirmou que estão a estudar a possibilidade de fazer outras medidas de apoio com redução na burocracia, no entanto, a regulamentação «não permite grandes alterações, pois existem barreiras muito rígidas que são difíceis de ultrapassar e que depois também dificultariam a fase da certificação». O responsável pelo IDERAM destacou que a ideia é facilitar o apoio às empresas de forma a «potenciar e alavancar as empresas para viabilizar os seus investimentos».
O presidente do IDERAM apresentou os diferentes apoios que existem para os vários ramos da actividade económica face às perspectivas que se avizinham. Nos últimos anos os sectores do comércio e do turismo têm tido uma procura muito forte.
Por seu turno, Carlos Pereira, edil de Santana, começou por referir que «se calhar este será o último pacote de incentivos. Era bom que os empresários os aproveitassem». Falando para os empresários locais, o presidente da Câmara Municipal de Santana (CMS) destacou que «cada empresário tem de lutar por si, pelo seu projecto, pelo seu negócio». Muitas vezes «é necessário dar o primeiro passo senão pode estar a hipotecar o seu futuro e a sua empresa».
Por sua vez, Marcos Rosa, presidente da ACINM, começou por explicar os pressupostos da criação desta associação criada em 2007 para colmatar algumas lacunas no associativismo do norte da Madeira e melhorar o dinamismo e a inovação dos empresários do norte madeirense.
Para esse propósito, está em marcha um projecto “mais Norte”, que visa formar os empresários nas diversas áreas desde a gestão financeira e contabilidade, código do trabalho, gestão de recursos humanos, até ao “marketing” turístico, “marketing” de valorização territorial e gestão da qualidade, passado pela educação ambiental e pelo atendimento ao cliente.
Fonte: JM
