Com 23 entidades presentes, a Loja do Cidadão da Madeira tem uma média de 190 pessoas a trabalhar diariamente, nos vários serviços que presta naquele espaço único na Avenida Arriaga, no Funchal.
Desde que foi implantada a 19 de Abril de 2004, Lomelino de Freitas, director da instituição, não esconde que têm sido feitos ajustamentos frequentes no sentido de prestar um serviço cada vez melhor ao utente. As últimas maiores intervenções aconteceram com a implantação do Cartão do Cidadão,que obrigou a umas obras relâmpago, tipo “Querido mudei a casa”, que, num fim-de-semana, permitiu que a loja fechasse a fazer o Bilhete de Identidade que nos habituamos ao longo dos anos e abrisse na segunda-feira a proceder a todos os trâmites para a elaboração do pequeno Cartão do cidadão.
Por essa altura, ficaram concluídos outros trabalhos que permitiram um maior apetrechamento comunica-cional interno com o sistema inforline. Um sistema que viabiliza a comunicação interna entre as diversas entidades e um “back-office” sempre pronto a acorrer às necessidades dos prestadores de serviços.
Além destes empreendimentos, Lomelino de Freitas recorda que têm sido feitos alguns reajustamentos no funcionamento da Loja do Cidadão. Muitas vezes, fruto de sugestões do utente. Aliás, evidencia que faz mais sentido apresentar sugestões do que reclamações.
Lembra, por exemplo, uma sugestão no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, para onde foi sugerido que, para além da informação em português, também fosse prestada em inglês. Hoje a comunicação está nas duas línguas.
Em termos históricos, recorde-se que a implantação da Loja do Cidadão da Madeira surgiu depois de vários contactos estabelecidos entre a vice-presidência do Governo Regional e o Ministério da Reforma do Estado, sendo então possível desbloquear o impasse que se vivia quanto à implementação da loja .
A quatro de Julho de 2001, foi assinado o protocolo entre a Região Autónoma da Madeira, representada por Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional, e o Governo da República, representada por Alberto Martins, ministro da Reforma do Estado e da Administração Pública.
Estavam criadas as condições que iriam permitir instalar na Região Autónoma a Loja do Cidadão, que aglutina no mesmo espaço um conjunto de serviços públicos e privados.
Fonte: JM
Desde que foi implantada a 19 de Abril de 2004, Lomelino de Freitas, director da instituição, não esconde que têm sido feitos ajustamentos frequentes no sentido de prestar um serviço cada vez melhor ao utente. As últimas maiores intervenções aconteceram com a implantação do Cartão do Cidadão,que obrigou a umas obras relâmpago, tipo “Querido mudei a casa”, que, num fim-de-semana, permitiu que a loja fechasse a fazer o Bilhete de Identidade que nos habituamos ao longo dos anos e abrisse na segunda-feira a proceder a todos os trâmites para a elaboração do pequeno Cartão do cidadão.
Por essa altura, ficaram concluídos outros trabalhos que permitiram um maior apetrechamento comunica-cional interno com o sistema inforline. Um sistema que viabiliza a comunicação interna entre as diversas entidades e um “back-office” sempre pronto a acorrer às necessidades dos prestadores de serviços.
Além destes empreendimentos, Lomelino de Freitas recorda que têm sido feitos alguns reajustamentos no funcionamento da Loja do Cidadão. Muitas vezes, fruto de sugestões do utente. Aliás, evidencia que faz mais sentido apresentar sugestões do que reclamações.
Lembra, por exemplo, uma sugestão no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, para onde foi sugerido que, para além da informação em português, também fosse prestada em inglês. Hoje a comunicação está nas duas línguas.
Em termos históricos, recorde-se que a implantação da Loja do Cidadão da Madeira surgiu depois de vários contactos estabelecidos entre a vice-presidência do Governo Regional e o Ministério da Reforma do Estado, sendo então possível desbloquear o impasse que se vivia quanto à implementação da loja .
A quatro de Julho de 2001, foi assinado o protocolo entre a Região Autónoma da Madeira, representada por Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional, e o Governo da República, representada por Alberto Martins, ministro da Reforma do Estado e da Administração Pública.
Estavam criadas as condições que iriam permitir instalar na Região Autónoma a Loja do Cidadão, que aglutina no mesmo espaço um conjunto de serviços públicos e privados.
Fonte: JM
