A Secretaria Regional dos Recursos Humanos (SRRRH) foi, ontem, palco da assinatura do acordo de revisão do contrato colectivo de trabalho para o sector de supermercados, mercearias, talhos e barracas-retalhistas de víveres, o qual traduz um aumento de 2 por cento no salário e de 8 cêntimos no subsídio de refeição.
O secretário regional dos Recursos Humanos considerou, na oportunidade, que foi encontrada uma solução justa para os cerca de dois mil e 800 trabalhadores que estão envolvidos nesta área de actividade.
Brazão de Castro admitiu ter havido muitas dificuldades na chegada ao acordo em questão, mas lembrou que isto resultou da crise que se faz notar em todo o Mundo.
«Acresce que em relação à Região Autónoma da Madeira, ainda temos a acrescentar aquelas dificuldades que eu chamaria de “artificiais”, que o senhor Primeiro Ministro nos procura colocar e cujo aspecto mais significativo tem a ver com a Lei das Finanças Regionais», adiantou o titular da pasta dos Recursos Humanos. Brazão de Castro referiu que nem empregadores, nem trabalhadores ficaram completamente satisfeitos com o acordo em causa mas sublinhou que foi o melhor possível.
Tânia Oliveira, da comissão negociadora patronal da Associação de Comércio e Serviços, afirmou, por seu lado, que os valores conseguidos foram os possíveis perante a conjuntura actual. Deixou a esperança de que, no próximo ano, os aumentos salariais possam ser maiores.
Ivo Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da Região Autónoma da Madeira, afirmou que o acordo não foi bom. «Está aquém das nossas expectativas», sublinhou o dirigente sindical, o qual disse também esperar que «nas próximas negociações, a entidade patronal não tenha o pretexto da conjuntura internacional, não tenha o pretexto de crise».
Refira-se que o acordo ontem assinado só foi possível depois de muitas reuniões que decorreram na Vila Passos e que envolveram não só as comissões negociadoras patronal e sindical como a própria Secretaria Regional dos Recursos Humanos.
Fonte: JM
O secretário regional dos Recursos Humanos considerou, na oportunidade, que foi encontrada uma solução justa para os cerca de dois mil e 800 trabalhadores que estão envolvidos nesta área de actividade.
Brazão de Castro admitiu ter havido muitas dificuldades na chegada ao acordo em questão, mas lembrou que isto resultou da crise que se faz notar em todo o Mundo.
«Acresce que em relação à Região Autónoma da Madeira, ainda temos a acrescentar aquelas dificuldades que eu chamaria de “artificiais”, que o senhor Primeiro Ministro nos procura colocar e cujo aspecto mais significativo tem a ver com a Lei das Finanças Regionais», adiantou o titular da pasta dos Recursos Humanos. Brazão de Castro referiu que nem empregadores, nem trabalhadores ficaram completamente satisfeitos com o acordo em causa mas sublinhou que foi o melhor possível.
Tânia Oliveira, da comissão negociadora patronal da Associação de Comércio e Serviços, afirmou, por seu lado, que os valores conseguidos foram os possíveis perante a conjuntura actual. Deixou a esperança de que, no próximo ano, os aumentos salariais possam ser maiores.
Ivo Silva, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da Região Autónoma da Madeira, afirmou que o acordo não foi bom. «Está aquém das nossas expectativas», sublinhou o dirigente sindical, o qual disse também esperar que «nas próximas negociações, a entidade patronal não tenha o pretexto da conjuntura internacional, não tenha o pretexto de crise».
Refira-se que o acordo ontem assinado só foi possível depois de muitas reuniões que decorreram na Vila Passos e que envolveram não só as comissões negociadoras patronal e sindical como a própria Secretaria Regional dos Recursos Humanos.
Fonte: JM
