O Director Regional de Educação marcou, ontem, presença, pelo segundo ano consecutivo, no dia dos Cursos de Educação e Formação (CEF), que decorreu na Escola Secundária Francisco Franco.
Rui Anacleto estava orgulhoso pelo facto de esta nova modalidade de ensino, que se iniciou há três anos, estar a desenvolver-se de tal forma que dá alguns indicadores de acordo com as características do mercado. O responsável esclareceu que esse não é, contudo, o primeiro objectivo destes cursos, mas sim garantir que os alunos que, no ensino normal não tiveram sucesso, possam, com este método, garantir qualificação para a via ensino e para a via profissionalizante.
Dependendo das áreas, os cursos têm correspondido ao que é pedido pelo mercado de trabalho «e essa também é uma das nossas preocupações, como não podeia deixar de ser».
A «Francisco Franco» apresentou, já, candidaturas a novos cursos, que serão ainda esta semana analisados pela equipa coordenadora, mas tudo leva a crer que, pelo crescimento que houve nos últimos anos, afirmou Anacleto, serão mais os que existirão para oferta daqui para a frente.
Os cursos dão equivalência ao 3º ciclo ou ao Secundário, conforme sejam de nível II ou III.
Por seu lado, a presidente do Conselho Executivo, Dina Jardim, garantiu que «se estes cursos se destinam ao mercado de trabalho, temos de consultar as empresas para ver se há mercado para receber os alunos». Até agora, as empresas têm correspondido e recebem os alunos, referiu.
Fonte: JM
Rui Anacleto estava orgulhoso pelo facto de esta nova modalidade de ensino, que se iniciou há três anos, estar a desenvolver-se de tal forma que dá alguns indicadores de acordo com as características do mercado. O responsável esclareceu que esse não é, contudo, o primeiro objectivo destes cursos, mas sim garantir que os alunos que, no ensino normal não tiveram sucesso, possam, com este método, garantir qualificação para a via ensino e para a via profissionalizante.
Dependendo das áreas, os cursos têm correspondido ao que é pedido pelo mercado de trabalho «e essa também é uma das nossas preocupações, como não podeia deixar de ser».
A «Francisco Franco» apresentou, já, candidaturas a novos cursos, que serão ainda esta semana analisados pela equipa coordenadora, mas tudo leva a crer que, pelo crescimento que houve nos últimos anos, afirmou Anacleto, serão mais os que existirão para oferta daqui para a frente.
Os cursos dão equivalência ao 3º ciclo ou ao Secundário, conforme sejam de nível II ou III.
Por seu lado, a presidente do Conselho Executivo, Dina Jardim, garantiu que «se estes cursos se destinam ao mercado de trabalho, temos de consultar as empresas para ver se há mercado para receber os alunos». Até agora, as empresas têm correspondido e recebem os alunos, referiu.
Fonte: JM
