O secretário regional dos Recursos Humanos afirmou ontem que, até ao final deste mês de Abril, 33 mil e 327 trabalhadores, dos cerca de 46 mil trabalhadores madeirenses, que têm a sua contratação colectiva regulada por instrumentos exclusivamente regionais, terão a sua situação resolvida.
Brazão de Castro falava na cerimónia de assinatura do Acordo de Revisão do Contrato Colectivo de Trabalho para o sector de Escritórios e Comércio da Região Autónoma da Madeira, o qual contempla um aumento total de 2,25 por cento para cerca de nove mil e 100 trabalhadores.
O secretário regional dos Recursos Humanos aproveitou ainda a ocasião para adiantar mais um elemento, tendo referido que nas negociações através das quais foi possível abranger os 33 mil e 327 trabalhadores, sensivelmente metade correspondeu a negociações directas (envolvendo trabalhadores e empregadores). A outra metade envolveu trabalhadores, empregadores e Governo, adiantou Brazão de Castro.
Na assinatura do referido acordo, que decorreu na Vila Passos, Brazão de Castro afirmou ainda que, só nos últimos dias, e nestes últimos quatro contratos colectivos de trabalho,13 mil e 100 trabalhadores viram a sua situação laboral resolvida. O secretário regional dos Recursos Humanos disse ainda que o acordo alcançado para o sector de escritórios e comércio foi dos melhores que já foi possível fazer-se nos últimos tempos para o mesmo sector.
Lino Abreu, da Associação de Comércio e Serviços e Rodrigo Cardoso, da Mesa do sector da ACIF, disseram, por seu lado, que o acordo alcançado teve dois grandes objectivos: o de manter o emprego e o de aumentar o poder de compra dos trabalhadores. Tanto Lino Abreu como Rodrigo Cardoso reconheceram que o acordo assinado foi o possível, mediante a conjuntura actual.
Ivo Silva, do Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da Região Autónoma da Madeira, não gostou do resultado do acordo, uma vez que o Sindicato queria um aumento de 5 por cento nos vencimentos dos seus trabalhadores, enquanto que as comissões representantes do patronato não passaram dos 1,25 por cento.
No entanto, Ivo Silva admitiu que a conjuntura actual não é a melhor. Por outro lado, o sindicalista agradeceu o empenho do Governo Regional na resolução deste problema, que «parecia infindável».
Fonte: JM
Brazão de Castro falava na cerimónia de assinatura do Acordo de Revisão do Contrato Colectivo de Trabalho para o sector de Escritórios e Comércio da Região Autónoma da Madeira, o qual contempla um aumento total de 2,25 por cento para cerca de nove mil e 100 trabalhadores.
O secretário regional dos Recursos Humanos aproveitou ainda a ocasião para adiantar mais um elemento, tendo referido que nas negociações através das quais foi possível abranger os 33 mil e 327 trabalhadores, sensivelmente metade correspondeu a negociações directas (envolvendo trabalhadores e empregadores). A outra metade envolveu trabalhadores, empregadores e Governo, adiantou Brazão de Castro.
Na assinatura do referido acordo, que decorreu na Vila Passos, Brazão de Castro afirmou ainda que, só nos últimos dias, e nestes últimos quatro contratos colectivos de trabalho,13 mil e 100 trabalhadores viram a sua situação laboral resolvida. O secretário regional dos Recursos Humanos disse ainda que o acordo alcançado para o sector de escritórios e comércio foi dos melhores que já foi possível fazer-se nos últimos tempos para o mesmo sector.
Lino Abreu, da Associação de Comércio e Serviços e Rodrigo Cardoso, da Mesa do sector da ACIF, disseram, por seu lado, que o acordo alcançado teve dois grandes objectivos: o de manter o emprego e o de aumentar o poder de compra dos trabalhadores. Tanto Lino Abreu como Rodrigo Cardoso reconheceram que o acordo assinado foi o possível, mediante a conjuntura actual.
Ivo Silva, do Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da Região Autónoma da Madeira, não gostou do resultado do acordo, uma vez que o Sindicato queria um aumento de 5 por cento nos vencimentos dos seus trabalhadores, enquanto que as comissões representantes do patronato não passaram dos 1,25 por cento.
No entanto, Ivo Silva admitiu que a conjuntura actual não é a melhor. Por outro lado, o sindicalista agradeceu o empenho do Governo Regional na resolução deste problema, que «parecia infindável».
Fonte: JM
