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Abr 29

DUAS GERAÇÕES, A MESMA LUTA

São duas gerações de sindicalistas. Ela uma ‘veterana’ do sindicalismo, embora menos activa (é presidente da assembleia-geral do Sindicato das Bordadeiras). Ele um jovem dirigente sindical, à frente do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da Madeira (STFP).

Ricardo Gouveia lidera um sindicato que tem pouco mais de três mil associados. Fala em nome dos funcionários públicos que têm vido a aderir cada vez mais ao sindicato. “Na última reunião admitimos 75 novos sócios, numa média de 15 a 16 novos sócios por mês”, congratulou-se.

A reforma da administração pública que estabelece os vínculos, carreiras e remunerações, o mérito e a avaliação de desempenho, as regras de progressão (não apenas ao fim de 10 anos e limitadas às quotas), as incertezas e as consequências na vida das pessoas estão na base desse salvo conduto (sindicalização). Ricardo Gouveia defende que os sindicatos têm de mobilizar-se para captar mais sócios. Têm de ser pro-activos e não passivos. Expurgar a política dos sindicatos e apostar em dirigentes de qualidade é a fórmula de sucesso. “O apartidarismo é benéfico não só para o trabalhador como para o diálogo com a entidade patronal”, reforçou.

Que prioridades devem nortear a acção de um sindicalista? Para Ricardo Gouveia, as de sempre, a defesa dos trabalhadores, por melhores salários e trabalho com direitos. Guida Vieira comunga desta síntese e aplaude o surgimento de novos dirigentes sindicais. “Os quadros mais antigos têm de ter a inteligência de se afastar. Fico contente ao ver gente nova, com novas ideias”, disse.

Guida Vieira coloca a defesa dos postos de trabalho como a prioridade embora, nos tempos que correm, tenha de haver “engenho e inteligência” na defesa desse princípio. Sem regredir nas conquistas alcançadas (“não enterrar direitos”).

Para a ex-porta voz das bordadeiras madeirenses, “enquanto houver trabalhadores haverá sindicatos” sendo estes “a casa dos trabalhadores”. Lamenta que muitos trabalhadores se deixem embalar pela conversa dos neoliberais e dos patrões e que só se lembrem dos sindicatos “quanto estão com a corda ao pescoço”. Esquecem-se que, quando entram no mercado de trabalho, já herdam um manancial de direitos conquistados a punho.

Rede adormecida

Em 2004 foi anunciada a criação de uma Rede Sindical Ultraperiférica mas as intenções que iam no sentido de promover acções de formação e outras iniciativas no âmbito das novas tecnologias, congregando esforços dos trabalhadores da Madeira, Açores e Canárias, arrefeceram.

Um dos dinamizadores dessa Rede foi o dirigente do SINTAP e da UGT, Ricardo Freitas. A esta distância, reconhece que o projecto não vingou. A ideia passava pela edificação de um ‘lobbie’ sindical das organizações ultraperiféricas para serem interlocutoras com as instituições europeias. Acontece que os parceiros já existentes a nível nacional e a sobreposição de intervenções esvaziaram e asfixiaram a voz ultraperiférica, que não encontrou o seu espaço.

A ideia não está posta de parte mas está adormecida. “O projecto não teve o acolhimento que esperávamos junto dos órgãos internacionais”, reconheceu.

Ao nível regional, Ricardo Freitas defende a criação do Conselho Permanente de Concertação Social porque o modelo do diálogo tripartido promovido pela Vila Passos é redutor e esgota-se na área da contratação colectiva quando a intervenção dos parceiros sociais é muito mais abrangente.

Que papel devem ter os sindicatos nos tempos que correm? Há sindicalismo de esquerda e sindicalismo de direita?

Jorge Silva – Asssociação Sindical (PSP)

Não me considero nem de esquerda nem de direita. As lutas que travamos são do foro sócio-profissional. Pela melhoria das condições de trabalho dos nossos associados. Nos dias de hoje, o sindicalismo é cada vez mais necessário. Este Governo tem retirado direitos que foram consagrados no pós-25 de Abril. A 21 deste mês comemoramos os ‘secos e molhados’. Fazemos cada vez mais falta.

Maria José Afonseca – Delegações sindicais

Em vez de dizer de esquerda e de direita, diria que há um sindicalismo reivindicativo, actuante, acutilante e há um sindicalismo mais acomodado, mais sereno. Nos tempos que correm faz todo o sentido apelar à união dos trabalhadores. É preciso defender o emprego com direitos e combater os salários em atraso. Os sindicatos têm o papel de canalizar a revolta dos trabalhadores e defender o trabalho com direitos.

António Gouveia – Sindicato rodoviários

Não há sindicalismo de esquerda ou de direita. As cores políticas devem ficar à porta dos sindicatos. O sindicalismo é a defesa dos trabalhadores associados, quer sejam de esquerda ou de direita. Nos dias que correm, com dois trabalhadores despedidos por hora em Portugal, com a crise, faz toda o sentido reforçar o sindicalismo. O papel dos sindicatos, nesta fase, é muito difícil. As nossas armas são o diálogo e a luta (greve).

Diamantino Alturas – Sindicato Construção civil

Nunca houve um sindicalismo de esquerda nem um de direita. O que há são sindicalistas com visões diferentes face a governos mais à esquerda ou mais à direita. A UGT é mais ligada à ala PS que não sei se é de direita ou de esquerda, face às políticas que pratica. Pelo contrário, a CGTP é coerente quando se opõe quer a governos ou políticas de esquerda quer de centro-direita se elas afectarem os direitos dos trabalhadores.

António Monteiro – STAL

Existem sindicatos afectos à CGTP e outros à UGT. São visões diferentes. Mas o papel essencial dos sindicatos é dar voz aos trabalhadores. O 1.º de Maio é um grande dia para isso mesmo, para que os trabalhadores mostrem a sua revolta. Faz todo o sentido a existência de sindicatos nos dias que correm. É preciso resistir. Não baixar os braços nem lançar a toalha ao chão. Vale sempre a pena lutar.
Fonte: DN
  • Abril 29, 2009
  • Élio Pereira
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