A produção do sector da construção deverá manter uma evolução negativa até ao final do ano, apesar de em Agosto o segmento da engenharia civil ter registado um aumento, anunciou ontem a federação do sector.
De acordo com a síntese de conjuntura de Agosto da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), “a produção do sector da construção deverá manter em 2009 o seu perfil de evolução negativo, prolongando por mais um ano a crise já demasiado longa que vem atravessando”.
Os diferentes segmentos do sector registaram comportamentos distintos em Julho, com a produção de edifícios residenciais e não residenciais privados a apresentarem uma “acentuada quebra na produção” e os edifícios não residenciais e obras de engenharia (ambos associados ao investimento público) a demonstrarem um “forte potencial de crescimento”.
A Federação da Construção realça que, nos primeiros seis meses do ano, o número de fogos licenciados registou uma quebra de 50 por cento, enquanto a área licenciada para construção de edifícios não residenciais sofreu uma redução de 28,5 por cento.
A FEPICOP refere que, “de todos os segmentos de actividade, o único que mantém uma elevação positiva desde finais desde finais de 2008 é o da engenharia civil, assistindo-se mesmo a um reforço dessa tendência nos últimos meses”.
A confiança dos empresários do sector voltou a cair em Julho, tocando um nível mais baixo do que a média registada na zona euro.
Relativamente ao emprego, a FEPICOP refere que nos últimos três meses a taxa de crescimento do número de desempregados do sector da construção foi muito superior à do número de desempregados da economia.
O número de desempregados do sector da construção disparou 74 por cento nos últimos três meses, enquanto o número de desempregados da economia aumentou 29 por cento.
Fonte: JM
Os diferentes segmentos do sector registaram comportamentos distintos em Julho, com a produção de edifícios residenciais e não residenciais privados a apresentarem uma “acentuada quebra na produção” e os edifícios não residenciais e obras de engenharia (ambos associados ao investimento público) a demonstrarem um “forte potencial de crescimento”.
A Federação da Construção realça que, nos primeiros seis meses do ano, o número de fogos licenciados registou uma quebra de 50 por cento, enquanto a área licenciada para construção de edifícios não residenciais sofreu uma redução de 28,5 por cento.
A FEPICOP refere que, “de todos os segmentos de actividade, o único que mantém uma elevação positiva desde finais desde finais de 2008 é o da engenharia civil, assistindo-se mesmo a um reforço dessa tendência nos últimos meses”.
A confiança dos empresários do sector voltou a cair em Julho, tocando um nível mais baixo do que a média registada na zona euro.
Relativamente ao emprego, a FEPICOP refere que nos últimos três meses a taxa de crescimento do número de desempregados do sector da construção foi muito superior à do número de desempregados da economia.
O número de desempregados do sector da construção disparou 74 por cento nos últimos três meses, enquanto o número de desempregados da economia aumentou 29 por cento.
Fonte: JM
