O líder do PSD/Madeira disse ontem, num comício realizado no Largo das Palmeiras, no Porto Santo, que a Madeira e o Porto Santo têm de estar unidos para enfrentar os novos desafios do futuro, numa altura em que o país balança, com a «falta de juízo em Lisboa». Para isso, Alberto João Jardim apelou ao voto em Roberto Silva, sobretudo, pela sua experiência, conhecimento de situação e por ser um profundo conhecedor de como funcionam as infra-estruturas.
Alberto João Jardim, que começou por felicitar o trabalho de Roberto Silva, disse que foi com este presidente de Câmara que o Porto Santo conheceu 12 anos de ouro, com a construção de várias infra-estruturas e espera que, com ele, possa, agora, dar mais um passo em frente. Tal como afirmou, «com menos obras, mas com uma forte aposta na criação de emprego e no apoio social».
Na oportunidade, Alberto João Jardim recordou também que foi com Roberto Silva que o Porto Santo recuperou, após vários anos de estagnação, referindo-se ao longo período em que a autarquia foi dirigida pelo PS. Conforme referiu, «foi a autonomia e o nosso trabalho em equipa que fez com que o Porto Santo não tenha nada a ver com o Porto Santo de há 20 anos».
Numa intervenção acalorada, e perante um Largo das Palmeiras repleto de gente, o líder dos social-democratas madeirenses aproveitou também para anunciar que logo que seja revisto o Plano Director Municipal, será dado início à construção do novo hotel no campo de golfe do Porto Santo.
Jardim prometeu trabalhar, como até aqui, em estreita articulação entre Governo Regional e câmara municipal, no sentido de prosseguir o desenvolvimento e progresso daquela ilha, mas sublinhou que o próximo desafio, nomeadamente a criação de emprego, terá de passar também pelo crescimento das actividades privadas.
Refutando as críticas que têm sido feitas pela oposição socialista, que acusam Roberto Silva de querer fechar os hotéis no Porto Santo no Inverno – que foi desmentido pelo próprio no comício de ontem – Alberto João Jardim disse que isso não só é mentira, como recordou também que a mesma lei que permite que isso aconteça é da autoria socialista.
Roberto Silva, por seu lado, desmontou algumas das críticas da oposição, disse estar a concorrer para este seu último mandato com um espírito de missão, liderando uma candidatura com projecto, ao contrário do que acontece com o PS, que apenas promete, mesmo aquilo que sabe não poder cumprir. Pelo contrário, aquilo que eles podem fazer nada fazem, nomeadamente, em matéria de transporte aéreo.
Fonte: JM
Alberto João Jardim, que começou por felicitar o trabalho de Roberto Silva, disse que foi com este presidente de Câmara que o Porto Santo conheceu 12 anos de ouro, com a construção de várias infra-estruturas e espera que, com ele, possa, agora, dar mais um passo em frente. Tal como afirmou, «com menos obras, mas com uma forte aposta na criação de emprego e no apoio social».
Na oportunidade, Alberto João Jardim recordou também que foi com Roberto Silva que o Porto Santo recuperou, após vários anos de estagnação, referindo-se ao longo período em que a autarquia foi dirigida pelo PS. Conforme referiu, «foi a autonomia e o nosso trabalho em equipa que fez com que o Porto Santo não tenha nada a ver com o Porto Santo de há 20 anos».
Numa intervenção acalorada, e perante um Largo das Palmeiras repleto de gente, o líder dos social-democratas madeirenses aproveitou também para anunciar que logo que seja revisto o Plano Director Municipal, será dado início à construção do novo hotel no campo de golfe do Porto Santo.
Jardim prometeu trabalhar, como até aqui, em estreita articulação entre Governo Regional e câmara municipal, no sentido de prosseguir o desenvolvimento e progresso daquela ilha, mas sublinhou que o próximo desafio, nomeadamente a criação de emprego, terá de passar também pelo crescimento das actividades privadas.
Refutando as críticas que têm sido feitas pela oposição socialista, que acusam Roberto Silva de querer fechar os hotéis no Porto Santo no Inverno – que foi desmentido pelo próprio no comício de ontem – Alberto João Jardim disse que isso não só é mentira, como recordou também que a mesma lei que permite que isso aconteça é da autoria socialista.
Roberto Silva, por seu lado, desmontou algumas das críticas da oposição, disse estar a concorrer para este seu último mandato com um espírito de missão, liderando uma candidatura com projecto, ao contrário do que acontece com o PS, que apenas promete, mesmo aquilo que sabe não poder cumprir. Pelo contrário, aquilo que eles podem fazer nada fazem, nomeadamente, em matéria de transporte aéreo.
Fonte: JM
