O deputado do PSD/Madeira, Tranquada Gomes, afirmou ontem que o poder político nacional está agora mais na Assembleia da República do que no Governo, condição que fará com que esta seja uma legislatura diferente da anterior.
Numa intervenção realizada no período antes da ordem do dia, o parlamentar social-democrata disse que «apesar da vitória do PS nas últimas eleições legislativas, o país continua sem rumo, com navegação à vista».
Tal como referiu «temos um país altamente endividado, sem capacidade competitiva, com o desemprego a alastrar impiedosamente». Face a este cenário, Tranquada Gomes disse esperar que «para bem do país», que Governo e Presidente da República se relacionem com rigor institucional «que a grave situação do país exige e deixem a intriga palaciana de parte».
Para o deputado social-democrata o investimento público em grandes obras, anunciado recentemente pelo primeiro-ministro, constitui ironicamente «um elixir redentor de todos os nosso males».
A grande dúvida, declarou, prende-se com a capacidade para pagar os juros da dívida contraída para financiar o que está prometido.
Na sua intervenção, Tranquada Gomes disse que, face aos resultados eleitorais registados na Madeira, o PSD «está no bom caminho» e que «os madeirenses voltaram a penalizar aqueles que enfeudados aos interesses de Lisboa, optaram por trair, de modo aberto ou encapotado, os direitos constitucional e estatutariamente consagrados à nossa Região».
Segundo afirmou, a delapidação da base eleitoral do PS, melhorou o pecúlio de outros partidos, enquanto o CDS cresceu porque «deixou de ser táctico e passou a estratégico», demarcando-se das outras forças partidárias.
Fonte: JM
Numa intervenção realizada no período antes da ordem do dia, o parlamentar social-democrata disse que «apesar da vitória do PS nas últimas eleições legislativas, o país continua sem rumo, com navegação à vista».
Tal como referiu «temos um país altamente endividado, sem capacidade competitiva, com o desemprego a alastrar impiedosamente». Face a este cenário, Tranquada Gomes disse esperar que «para bem do país», que Governo e Presidente da República se relacionem com rigor institucional «que a grave situação do país exige e deixem a intriga palaciana de parte».
Para o deputado social-democrata o investimento público em grandes obras, anunciado recentemente pelo primeiro-ministro, constitui ironicamente «um elixir redentor de todos os nosso males».
A grande dúvida, declarou, prende-se com a capacidade para pagar os juros da dívida contraída para financiar o que está prometido.
Na sua intervenção, Tranquada Gomes disse que, face aos resultados eleitorais registados na Madeira, o PSD «está no bom caminho» e que «os madeirenses voltaram a penalizar aqueles que enfeudados aos interesses de Lisboa, optaram por trair, de modo aberto ou encapotado, os direitos constitucional e estatutariamente consagrados à nossa Região».
Segundo afirmou, a delapidação da base eleitoral do PS, melhorou o pecúlio de outros partidos, enquanto o CDS cresceu porque «deixou de ser táctico e passou a estratégico», demarcando-se das outras forças partidárias.
Fonte: JM
