O presidente da secção regional da Ordem dos Enfermeiros considera que, na Madeira, as principais preocupações da classe estão relacionadas com as dificuldades criadas sobretudo pelos responsáveis nos serviços e nas organizações, sendo todos eles médicos. A afirmação foi feita ontem à comunicação social momentos antes de Élvio Jesus participar numa conferência que decorreu, na parte da manhã, na Escola Secundária Jaime Moniz e que se integrou nas comemorações do dia do Enfermeiro. Élvio Jesus defendeu que até parece que há o interesse em dificultar o trabalho do enfermeiro em prol dos bons cuidados de saúde, dando o exemplo de que a classe quer rapidamente concluir o processo de atribuir um enfermeiro a cada família e o mais próximo geograficamente possível.
«Ora temos tido algumas dificuldades por parte dos diferentes responsáveis em conseguir isto, não se compreendendo porque é que os enfermeiros dos centros de saúde que têm de ir a casa das pessoas, correm o risco de ter um utente nas zonas altas de São Martinho e um outro no Arieiro», exemplificou. Élvio Jesus não tem dúvidas de que as organizações e os profissionais que lideram as mesmas nem sempre reconhecem o real valor do enfermeiro. Aquele responsável reportava-se à classe médica, recusando que a acusação seja extensiva aos governantes. Élvio Jesus disse ainda que a carreira da classe está em dificuldades de negociação, matéria que, embora acompanhada pelos sindicatos, também preocupa a Ordem.
Fonte: JM
«Ora temos tido algumas dificuldades por parte dos diferentes responsáveis em conseguir isto, não se compreendendo porque é que os enfermeiros dos centros de saúde que têm de ir a casa das pessoas, correm o risco de ter um utente nas zonas altas de São Martinho e um outro no Arieiro», exemplificou. Élvio Jesus não tem dúvidas de que as organizações e os profissionais que lideram as mesmas nem sempre reconhecem o real valor do enfermeiro. Aquele responsável reportava-se à classe médica, recusando que a acusação seja extensiva aos governantes. Élvio Jesus disse ainda que a carreira da classe está em dificuldades de negociação, matéria que, embora acompanhada pelos sindicatos, também preocupa a Ordem.
Fonte: JM
