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Mai 28

81 VAGAS PARA 11 MIL INSCRITOS

A bolsa de oferta de trabalho do Instituto Regional de Emprego estava às 18 horas de ontem com 81 vagas por preencher, um número reduzido para os mais de 11 mil desempregados inscritos. Com propostas para diversas profissões – de empregada doméstica a economista – , os empregadores estão espalhados pela Região e são pouco exigentes em relação às habilitações literárias dos candidatos. Uma parte significativa nem sequer pede o 9º ano, contenta-se com a 4ª classe ou que o candidato saiba ler e escrever. Nas ofertas de emprego disponibilizadas ontem no site do Instituto apenas se exigia a licenciatura para duas vagas de economista, que, de resto, foram rapidamente ocupadas. Aliás, a tarde começou com 90 ofertas e acabou com 81. Saíram do sistema vagas de técnicos de vendas, de ajudante de limpeza, de escriturário e de cozinheiro. Empregos para os quais não se exigia muita escolaridade.

Os empregadores regionais não são esquisitos em relação à escolaridade, mas estão pouco disponíveis para admitir quadros sem experiência. É que, tal como não pedem grande escolaridade, nem áreas de especialização, são peremptórios em exigir experiência a quem vão empregar. Seja para empregado de balcão ou para empregada doméstica.

O leque da oferta no Instituto Regional do Emprego é variado. As propostas abrangem 38 profissões diferentes e há vagas para esteticistas, para cabeleireiro, monitor de ginásio, envernizador, cortador de carne, torneiro mecânico e até técnico de próteses dentárias.

Por concelhos, o Funchal continua a ter a maior fatia da oferta de emprego, mas há vagas em todos os municípios da Região e até dos Açores. Os pedidos são para Angra do Heroísmo onde há falta de um desenhador e de um encarregado de obra. Sintoma de que, nos Açores, a construção civil ainda está a precisar de mão-de-obra.

A bolsa de ofertas de trabalho – disponível online – está em constante actualização. Numa tarde, saíram do sistema 10 vagas e entrou apenas uma, para recepcionista em Santa Cruz. Ainda assim, há áreas a precisar de quadros. Os cozinheiros e os empregados de balcão são os mais procurados. Quanto aos licenciados, esses, são pouco requisitados. Neste momento, o sistema não tem qualquer pedido para pessoas com formação superior.

O que diz a comissão

O combate ao desemprego é, numa altura em que a taxa europeia caminha para os 9%, uma das prioridades da Comissão Europeia. Em Maio, a cimeira de Praga tratou o tema e, antes disso, tinha havido um reforço do Fundo Social Europeu e do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização. Juntos estes fundos somam 700 mil milhões de euros para programas de formação profissional e formação ao longo da vida.

Além disso, a União Europeia tem um portal – o ‘Eures’ – onde são colocadas as ofertas de emprego em todo o espaço europeu para cidadãos dispostos a mudar de residência e a aproveitar as oportunidades. O ‘Eures’ dá sequência aos programas para estudantes, mas os estudos mostram que ainda há alguma burocracia e barreiras linguísticas a travar a mobilidade dos trabalhadores da União.

Enquanto se avançam com os programas europeus, a Comissão Europeia faz algumas recomendações aos empregadores. Propõe reduções de horário no lugar de despedimentos e apela a um maior recrutamento de aprendizes e estagiários. Uma forma de reduzir o desemprego jovem.

Jovens sonham com a Função Pública

A crise afectou os cursos técnico-profissionais, mas na Escola Profissional Atlântico a directora pedagógica assegura que há áreas com taxa de empregabilidade a 100%. Os técnicos de biblioteca e documentação, os de contabilidade e de apoio à infância estão no topo, embora a gestão de informática, a gestão e o secretariado também estejam a sair-se bem. “Às vezes, o que acontece, é que os jovens recusam propostas de emprego do sector privado porque sonham trabalhar na Função Pública”. Adelaide Borges, que trabalha na área há 10 anos, admite que a crise mexeu com a saída dos cursos, mas insiste que foi apenas de forma ligeira. “Não podemos esquecer que alguns dos alunos são mais fracos, pois para os muito bons e bons alunos há sempre vaga”. É certo que a tendência está a mudar, muitos jovens não oferecem resistência e aceitam as propostas que lhe aparecem no privado, não esperam pelo emprego no Governo.

Apesar das taxas entre os 70% e os 100% de empregabilidade, 10% dos alunos da Escola Atlântico opta por seguir os estudos no ensino superior. Em termos de qualificação, os estudantes (neste momento 580) acabam a escola com o 12º ano e um diploma profissional de nível III, reconhecido pela União Europeia. Com estágio incluído na formação, estes alunos entram no mercado de trabalho com uma preparação adequada à área em que se formaram. Adelaide Borges apontam as áreas com mais saída profissional, mas sente dificuldades em referir as que estão mais saturadas. Há cursos com 70% de empregabilidade como os de técnicos de turismo. De qualquer modo, as taxas dependem de várias circunstâncias, das qualidades de cada grupo de finalistas.

A União Europeia, num estudo recente sobre as tendências do emprego em 25 estados-membros até 2020, refere a necessidade de formação para os trabalhadores e adianta que, daqui por 10 anos, será necessária qualificação de nível médio e alto para manter o posto de trabalho. Além disso, temendo escassez ou excessos de recursos humanos, o mesmo estudo recomenda que se atenue as preferências de género na escolha de uma profissão. O que, no entanto, ainda não está acontecer. Na Escola Profissional Atlântico os gostos das raparigas são diferentes dos rapazes. Eles preferem os cursos de contabilidade, de gestão, de gestão de informática e de transportes. Elas gostam mais do apoio à infância e do secretariado. “Contas e força é com os rapazes. A pressão dos que querem ser auxiliares de jardim de infância, por exemplo, é muito grande. Tivemos aqui um caso que não resistiu. O que optou por secretariado foi até ao fim e, neste momento, está empregado”.

Sindicato vai impugnar despedimentos no Savoy


O Sindicato da Hotelaria da Madeira vai avançar com um processo de impugnação do despedimento colectivo levado a cabo no Hotel Savoy. Uma revelação feita ontem pelo presidente da Assembleia-Geral do sindicato, Leonel Nunes, após a realização do plenário de trabalhadores, por sinal bastante participado.

Leonel Nunes diz haver razões para acreditar que é possível impedir este despedimento, nomeadamente porque entende que o processo “é ilegal” e assenta em “razões infundadas”. Nesse sentido, reforça, o gabinete jurídico do sindicato está já a trabalhar no sentido de avançar com a impugnação.

“As lágrimas de crocodilo do senhor Berardo não vão comover os trabalhadores”, sublinha. Mesmo que, lembre, alguns dos abrangidos pelo despedimento “estejam a ser pressionados para rescindir o contrato” – o que já foi consumado com cerca de uma dezena deles.

Leonel Nunes revelou ainda que os trabalhadores começaram já a receber as respectivas cartas de despedimento: alguns serão despedidos no mês de Julho, outros em Agosto.

O sindicalista aponta ainda a bateria de críticas ao Governo Regional, a quem acusa de avançar com uma “medida demagógica”, a ser discutido hoje na Assembleia Legislativa Regional, e que prevê que as empresa que têm mais de um milhão de euros de lucro não possam despedir. “Isto não tem efeito prático nenhum”, acusa.

Leonel Nunes particulariza as críticas em Conceição Estudante. “A senhora secretária diz que não sabia nada do Savoy? Nem que seja por uma questão de afinidade – porque já trabalhou no Savoy – de certeza que sabia que isto ia acontecer”, vinca. Entretanto, ficou desde já assente que os trabalhadores voltam a reunir no próximo dia 9 de Junho, com o intuito de reavaliar a evolução do processo.

Mobilidade atrai cada vez mais alunos

Os alunos da Universidade da Madeira (UMa) estão a aderir cada vez mais aos programas de mobilidade internacional. O reitor da UMa, Castanheira da Costa, atribui a esta evolução positiva a importância que, hoje em dia, se dá à necessidade de alargar os conhecimentos, mas também às mudanças que se registaram no país.

“A crise económica chama à atenção para o facto de as pessoas precisarem de ter um conhecimento mais alargado da sociedade em que vivem”, referiu, apontando que, antes do 25 de Abril, “o país era muito fechado”, enquanto que agora as pessoas começam a “ganhar confiança” e a interiorizar que são “cidadãos europeus”.

Castanheira da Costa considera ainda que o número de vagas existentes para estes programas não são suficientes, mas que a variedade tem ajudado a combater esse facto.

O responsável pelo Planeamento e Relações Internacionais da UMa, Carlos Lencastre, acredita que estes programas “constituem uma oportunidade para que, no futuro, haja mais possibilidades de ingressar no mercado de trabalho”. “A mobilidade hoje é um factor de competitividade”, disse, garantindo que o programa Erasmus permite, por exemplo, “alcançar novas competências”, como o multilinguismo e o multiculturalismo.

Nos últimos cinco anos, a UMa colocou 120 alunos Erasmus em vários países, como na Eslovénia, República Checa e Espanha.

Mais de 20 milhões de desempregados

Os números da União Europeia indicam que há, neste momento, mais de 20 milhões de pessoas sem emprego. A taxa de desempregados caminha para os 9% e as estimativas indicam que deverá ultrapassar os 11% em 2010. Espanha vai à frente com a maior taxa de desemprego.

Espanha reforça subsídio de desemprego

Com mais de quatro milhões de desempregados, o governo espanhol mudou o sistema de apoio. O subsídio é dado por 24 meses, com possibilidade de reforço. Os apoios mudam se há responsabilidades familiares, se têm mais de 45 anos, se trabalham há mais ou menos de um ano.

17% tem menos de 25 anos

As estatísticas mostram que 17% dos desempregados da União Europeia tem menos de 25 anos. Em alguns países a percentagem sobe para os 30%. Destes, muitos nunca trabalharam, estão fora do sistema de apoio aos desempregados e não têm direito ao subsídio de desemprego.

Reino Unido nos níveis do pós-guerra

As previsões apontam para 2,5 milhões de desempregados até ao Verão, quando a taxa atingir 7% da população activa. Mercado tradicional dos turistas que visitam a Madeira, o Reino Unido enfrenta a pior crise de emprego desde o fim da II Guerra Mundial.

Três milhões em França, sindicatos na rua

O desemprego reacendeu a luta sindical em França. Com 3,3 milhões de pessoas sem emprego, sucedem-se as manifestações e a sequestros das administrações das empresas que anunciaram despedimentos. Foi o caso da filial em França da multinacional americana 3M.

Tendências de emprego até 2020

O estudo encomendado pela União Europeia refere que a tendência de emprego será entre vagas para trabalhadores muito qualificados nas áreas das tecnologias, nos negócios do ambiente, nos criativos e para trabalhadores indiferenciados. A tendência é para uma polarização.

Fonte: DN
  • Maio 28, 2009
  • Élio Pereira
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