O Planeamento/Relações Internacionais da Universidade da Madeira promoveu ontem uma sessão sobre mobilidade e emprego.
Segundo Castanheira da Costa, a adesão por parte dos alunos a este tipo de programas tem sido «muito positiva», sendo que há cada vez mais estudantes a quererem sair da Região para outros países.
Face a tanta procura, as vagas não são ainda em número desejado, o que faz com que a procura seja muito superior à oferta. «Se tivéssemos mais vagas, melhor seria», garante o reitor que adianta também que começam a existir instituições privadas que oferecem programas de mobilidade, permitindo uma maior e mais vasta escolha em termos de países para essa mobilidade.
Na génese deste aumento, Castanheira da Costa entende que está o facto do país estar a atravessar uma crise económica. «Os jovens começaram a ver que têm de procurar oportunidades em outros sítios. Eles sabem que este tipo de experiências lhes valoriza e lhes facilita a vida. Até há uns anos as pessoas não sentiam este tipo de problemas e por isso não tinham tanta vontade de sair. Depois, também acho que faz parte da evolução do país. Portugal era muito fechado. Depois do 25 de Abril as pessoas começaram a ganhar mais confiança e a sentirem-se mais cidadãos europeus», ressalvou.
De referir que, neste encontro, para além da mobilidade Erasmus, que decorre no período 2007-2013 no âmbito do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida, foi ainda prestada informação prática sobre o acesso de bolsas de mobilidade no âmbito de outros programas nacionais e internacionais.
Fonte: JM
Segundo Castanheira da Costa, a adesão por parte dos alunos a este tipo de programas tem sido «muito positiva», sendo que há cada vez mais estudantes a quererem sair da Região para outros países.
Face a tanta procura, as vagas não são ainda em número desejado, o que faz com que a procura seja muito superior à oferta. «Se tivéssemos mais vagas, melhor seria», garante o reitor que adianta também que começam a existir instituições privadas que oferecem programas de mobilidade, permitindo uma maior e mais vasta escolha em termos de países para essa mobilidade.
Na génese deste aumento, Castanheira da Costa entende que está o facto do país estar a atravessar uma crise económica. «Os jovens começaram a ver que têm de procurar oportunidades em outros sítios. Eles sabem que este tipo de experiências lhes valoriza e lhes facilita a vida. Até há uns anos as pessoas não sentiam este tipo de problemas e por isso não tinham tanta vontade de sair. Depois, também acho que faz parte da evolução do país. Portugal era muito fechado. Depois do 25 de Abril as pessoas começaram a ganhar mais confiança e a sentirem-se mais cidadãos europeus», ressalvou.
De referir que, neste encontro, para além da mobilidade Erasmus, que decorre no período 2007-2013 no âmbito do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida, foi ainda prestada informação prática sobre o acesso de bolsas de mobilidade no âmbito de outros programas nacionais e internacionais.
Fonte: JM
